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Seleção feminina de futebol está perto do bronze na Surdolimpíada

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A seleção feminina de futebol está muito perto de somar mais um bronze no quadro geral de medalhas da 24ª Surdolimpíada. As brasileiras enfrentariam o Japão no sábado (14), às 14h (horário de Brasília), no Estádio Centenário, mas as japonesas não devem sair da concentração e, com isso, o Brasil conquistaria a vitória por W.O. No entanto, oficialmente, a medalha de bronze será computada apenas no sábado (14), se a desistência das japonesas for confirmada. As competições da Surdolimpíada tem transmissão ao vivo online.

Apesar de não haver um posicionamento oficial do Japão, a alegação para a ausência da partida válida pela fase classificatória, na quarta-feira (11), era uma prevenção de saúde para retornarem em segurança ao país. Desde então, toda a delegação japonesa ficou na concentração.

Se confirmada, esta será a segunda medalha de bronze da seleção feminina na Surdolimpíada. A primeira foi conquistada na edição de 2017, na Turquia. A entrega das medalhas será no domingo (15), após a final entre Estados Unidos e Polônia.

Outras chances de medalhas

Outros brasileiros competiram nesta quinta-feira (12), no atletismo, Romailson Santana conseguiu a classificação para a disputa da semifinal dos 800 metros no Centro Esportivo do SESI a partir das 16h30 desta sexta-feira (13). Ainda no atletismo, Jonas Petry conquistou uma vaga para a final do lançamento de disco, que será disputada no sábado a partir das 17h.

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Nas quadras, a equipe de handebol feminino perdeu a semifinal para a Turquia por 37 a 17 e vai tentar o bronze, no sábado (14), às 10h, diante das quenianas, que foram derrotadas por 31 a 8 pela Dinamarca. O handebol masculino brasileiro derrotou Gana por 33 a 11 e ficou na sétima posição. Já o basquete feminino perdeu para o Quênia por 98 a 11 na disputa do quinto ao oitavo lugar.

Ainda nesta quinta (12), a Ucrânia abriu mais vantagem no quadro de medalhas. Com vitórias no Tiro Esportivo e na Orientação, os ucranianos chegaram a 51 medalhas de ouro, 31 de prata e 34 de bronze, com um total de 116 medalhas. Em segundo vem os Estados Unidos, com 18 medalhas de ouro, 7 de prata e 20 de bronze.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

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