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Seleção feminina goleia em segundo amistoso contra África do Sul

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A seleção feminina de futebol atropelou a África do Sul no segundo amistoso entre as equipes. Nesta segunda-feira (5), as brasileiras golearam por 6 a 0 no estádio Moses Mabhida, na cidade sul-africana de Durban. Na última sexta-feira (2), na capital Johanesburgo, a vitória do Brasil foi por 3 a 0.

A técnica Pia Sundhage promoveu três mudanças no time titular, em comparação com o jogo anterior. As meias Duda Sampaio e Kerolin e a atacante Geyse deram lugar, respectivamente, a Duda Francelino, Jaqueline e Bia Zaneratto. A linha defensiva foi mesma, com a goleira Lorena, Antonia e Tamires nas laterais e Rafaelle e Kathellen na zaga. Ary Borges se manteve na cabeça de área, com as atacantes Adriana e Debinha mais à frente.

Apesar de balançar as redes duas vezes, a seleção pouco fez no primeiro tempo, repetindo erros de passes que irritaram Pia no jogo anterior. O primeiro gol saiu em um equívoco na saída de bola da goleira Kaylin Swart, que Adriana aproveitou, logo aos quatro minutos. Aos 45, Antônia lançou Debinha pela direita. A camisa 9 se antecipou à arqueira sul-africana e marcou por cobertura.

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O início de segundo tempo brasileiro foi diferente, com mais intensidade e eficácia. Aos dois minutos, Bia Zaneratto dominou a bola após novo erro de Swart e foi derrubada na área pela própria goleira. A atacante cobrou e fez o terceiro da equipe canarinho. Quatro minutos depois, Debinha finalizou cruzado e a goleira defendeu com o pé, mas Duda Francelino, na sobra, ampliou a vantagem. Aos 13, Debinha bateu falta pela esquerda, Bia Zaneratto desviou e Kathellen completou para as redes.

Com o placar dilatado e as treinadoras mexendo nas equipes, o jogo caiu de ritmo. Mesmo assim, as brasileiras mantiveram o controle das ações e ainda chegaram ao sexto, aos 36, novamente com Debinha. A camisa 9, artilheira do Brasil desde que Pia assumiu a seleção, em 2019, aproveitou cruzamento de Kerolin pela esquerda e cabeceou no canto de Swart.

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A equipe canarinho ainda balançou as redes mais duas vezes, mas os lances de Kerolin (falta) e da atacante Ludmilla (impedimento mal marcado) foram invalidados. Ambas tiveram nova chance de ampliar aos 44, na mesma jogada, mas pararam na goleira e na trave.

O próximo período voltado a partidas entre seleções femininas será entre 3 e 11 de outubro. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) ainda não divulgou contra quem o Brasil jogará.

Fonte: EBC Esportes

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

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