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Seleção feminina perde para Dinamarca em primeiro amistoso na Europa
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A seleção brasileira feminina de futebol perdeu por 2 a 1 para a anfitriã Dinamarca, com gol das adversárias no minuto final da partida, realizada na tarde desta sexta-feira (24), no Estádio Parken, na capital Copenhagen. O amistoso é o primeiro de dois jogos na Europa, que visam a preparação da equipe para a Copa América Feminina, a partir de 8 de julho na Colômbia. Na próxima terça (28), às 134h30 (horário de Brasília), o Brasil enfrenta a Suécia, vice-líder do ranking mundial da Fifa, na Friends Arena, na capital Estocolmo.

Fim de jogo! 🇧🇷 1×2 🇩🇰
No duelo contra a Dinamarca pelos jogos preparatórios de junho, vitória das donas da casa. O gol do Brasil foi marcado pela Debinha.
A #SeleçãoFeminina vai enfrentar a Suécia, na terça-feira, às 13h30.
📸 Lucas Figueiredo/CBF pic.twitter.com/MLis2btm1a
— Seleção Feminina de Futebol (@SelecaoFeminina) June 24, 2022
Número nove no ranking mundial da Fifa, a seleção comandada pela técnica Pia Sundhage foi surpreendida aos 16 minutos, com chute certeiro da lateral-direita Janni Thomsen, desferido da entrada da área, que deixou a goleira Lorena vendida. O Brasil teve chance de empatar aos 26 minutos, numa jogada individual de Debinha, mas na finalização a atacante chutou pra fora. Depois, aos 40, Kerolin se livrou da marcação e bateu cruzado: a bola tirou tinta da trave direita e não entrou.
No etapa final, a seleção controlou mais o jogo em campo, mas teve dificuldade de acertar a pontaria. Aos três minutos, Adriana rolou pela direita para Kerolin chutar dentro da área, massa bola foi por cima do travessão. Cinco minutos depois, em jogada individual, Adriana quase fez, massa goleira Christensen defendeu. Aos 17 minutos, foi a vez de Fê Palermo cabeceou no travessão, após escanteio. De tanto insistir, o Brasil chegou ao empate aos 41 minutos, graças ao talento de Debinha, que avançou pela direita, escapou da marcação e mandou uma bomba de canhota. Mal deu tempo de comemorar: no minuto final, Nadia Nadim driblou Fê Palermo antes de cruzar para Gejl selar a vitória das dinamarquesas. deencontrou Gejl livre na área para fazer o gol da vitória da equipe dinamarquesa, 16ª no ranking mundial da Fifa.
Defederam a seleção brasleira nesta sexta (24): Lorena; Letícia (Kathellen), Tainara (Thaís Ferreira), Rafaelle e Fê Palermo; Duda S., Luana (Angelina), Adriana (Ary Borges) e Kerolin; Debinha e Bia (Geyse).
Edição: Cláudia Soares Rodrigues
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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa
Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:
Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.
“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”
Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.
“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”
Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.
“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”
Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.
Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.
“É proibido não acreditar.”
A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.
A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.
Serviço
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