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Série B: vice-líder Bahia vence Vasco de virada na Arena Fonte Nova

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O Bahia venceu o Vasco de virada na tarde deste domingo (28) para a alegria de mais de 48 mil torcedores que lotaram a Arena Fonte Nova, em Salvador. Um jogo eletrizante do início ao fim, com direito a dois gols contra:  o primeiro do meia-atacante Ricardo Goulart, em sua estreia pelo Bahia, que  abriu o placar para o rival carioca; e aos 39 o zagueiro Quinteiro igualou para o Esquadrão de Aço. Já nos acréscimos da etapa inicial, Goulart se redimiu e virou o placar para o Bahia. 

Com o triunfo no fechamento da 26ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro, o time baiano segue na vice-liderança, com 47 pontos, 10 atrás do Cruzeiro que desponta na tabela de classificação para a Série A. O Vasco se mantém com 42 pontos, em quarto lugar. 

O Bahia começou com pressão total sobre o Cruzmaltino. A Arena Fonte Nova bateu hoje (28) recorde de público: 48. 660 presentes (48.183 pagantes). Aos sete minutos, após passe perfeito de Mugni pela esquerda, Vitor Jacaré chutou forte e quase abriu o placar, mas o goleiro Thiago Rodrigues espalmou. Na sequência, aos 15, Davó dentro da área mandou uma bomba para fora. Mas, apesar do domínio em campo, que abriu o placar foi o Vasco aos 18 minutos, com gol contra de Ricardo Goulart. O gol saiu após dois ecanteios seguidos: no últiimo deles, Nenê cobrou na medida para Tubarão cabecear ao gol, mas ao subir, na dividida, o bola bateu no peito de Goulart antes de entrar. 

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Após sofrer o gol, o Esquadrão de Aço diminuiu o ritmo, mas nem por isso o Cruzmaltino chegou a ameaçar o gol de Danilo Fernandes. O time carioca teve dificuldade em construir jogadas e pouco finalizou. A 10 minutos do fim da primeira etapa, a história do jogo mudou. Aos 39 minutos, Quintero devolveu o gol contra, empatando para o Bahia. O zagueiro cruzmaltino deu um carrinho para cortar um cruzamento de Matheus Biba e igualou o jogo na Arena Fonte Nova. E nos acréscimos, Ricardo Goulart  se redimiu do gol contra e marcou de cabeça, após escanteio, virando o placar para o delírio da torcida presente. 

Na segunda etapa o jogo seguiu movimentado. Aos 10 minutos, o técnico Emílio Faro, do Vasco, colocou em campo Gabriel Pec e Figueiredo no lugar de Paulo Vitor e Tubarão. O time carioca passou a dominar mais a bola. Aos 17 minutos, Nenê  cobrou escanteio e Andrey quase empatou, mas a bola foi para fora. Em seguida, aos 23, em novo escanteio de Nenê, Anderson Conceição subiu e cabeçou rente à trave. O Bahia também teve oportunidade de ampliar, a melhor delas aos 39 minutos, após cruzamento de Jacaré para Luiz Henrique mandar uma bomba, mas Thiago Rodrigues fez linda defesa. E já aos 49, no último lance, Edmar pela esquerda chutou para Gabriel Pec livre na entrada da área, mas o colega Eguinaldo entrou tentou dominar e frustrou a finalização de Pec.

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Fonte: EBC Esportes

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

Serviço

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