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Simone Jatobá diz que Brasil tem que manter ritmo no Sul-Americano

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A técnica da seleção feminina sub-17, Simone Jatobá, afirmou que o Brasil precisa manter a concentração e o ritmo nos seus próximos jogos no quadrangular final do Campeonato Sul-Americano para alcançar a classificação para a Copa do Mundo.

A declaração foi dada após a vitória de 8 a 0 sobre o Chile, no último domingo (13) no estádio Charrua, em Montevidéu (Uruguai), no primeiro compromisso pela fase final da competição.

“Precisamos trabalhar muito ainda. Os próximos jogos serão decisivos, porque os adversários sempre atuam com uma força muito grande contra o Brasil. Precisamos manter o nosso jogo, concentração e ritmo, é isso que vai fazer a diferença. Nós treinamos bem, estamos preparadas e futebol elas têm, então é isso que vai fazer a diferença”, declarou Simone.

O próximo compromisso da seleção brasileira na competição será na quarta-feira (16), quando mede forças com o Paraguai a partir das 16h30 (horário de Brasília).

O Sul-Americano dá três vagas para a Copa do Mundo Feminina Fifa Sub-17, que está marcada para ser disputada em outubro, na Índia.

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Edição: Fábio Lisboa

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

Serviço

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