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Skate brasileiro estreia em 1º dia de Jogos Sul-Americanos de Assunção

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Os Jogos Sul-Americanos de Assunção (Paraguai) começam neste sábado (1º) e as competições de skate ocorrerão antes mesmo da cerimônia de abertura, programada para às 21h (horário de Brasília). O skate é uma das modalidades estreantes nesta edição – a outra é o tiro com arco. Os Jogos irão até 15 de outubro e classificam para o Pan-Americano de Santiago (Chile) em 2023. Confira o calendário de provas da 12ª edição do evento. 

Após a conquista de três medalhas de prata na estreia do skate nos Jogos de Tóquio no ano passado, o Brasil chega com moral em Assunção. Quatro expoentes do estilo street integram pela primeira vez a delegação brasileira. Gabriela Mazetto, campeã este ano do circuito nacional (STU), e Karla Carolina competem a partir de meio-dia, no Skate Parque Olímpico. A partir das 13h30, Gabryel Aguilar e João Lucas Alves (campeão do STU 2022) disputam no masculino 

“Estar na seleção é a realização de um sonho. Estou bem calma e relaxada. Vou me preparar mentalmente para dar meu melhor”, garantiu Carla Karolina, em depoimento ao Comitê Olímpico do Brasil (COB). 

As finais do skate serão domingo (2), a partir do meio-dia, com transmissão ao vivo no site do Canal Olímpico do Brasil.

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Cerimônia de abertura

A solenidade oficial de abertura dos Jogos Sul-Americanos terá início às 21h, no histórico Estádio Defensores Del Chaco, na capital paraguaia. À frente da delegação brasileira no desfile, estarão a campeã mundial de esgrima Nathalie Moellhausen e o nadador Guilherme “Cachorrão” Costa, bronze nos 400 metros livre no Mundial de Budapeste este ano. A cerimônia terá transmissão ao vivo no Canal Olímpico do Brasil.

Delegação brasileira

O Brasil conta com 464 atletas de 45 modalidades nos Jogos de Assunção. Entre eles estão medalhista olímpicos, como Isaquias Queiroz e Erlon Souza (canoagem velocidade); Ana Marcela Cunha (águas abertas); Arthur Nory e Arthur Zanetti (ginástica artística); Felipe Wu (tiro esportivo);  Abner Teixeira (boxe); e Bárbara Seixas (vôlei de praia).  

Na última edição do evento, na Bolívia (2018), o Brasil ficou na vice-liderança no quadro de medalhas, atrás da Colômbia. 

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Fonte: EBC Esportes

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

Serviço

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