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Skate do Brasil inicia X Games de Verão com três pódios no vertical

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O skate brasileiro foi três vezes ao pódio no primeiro dia dos X Games de Verão, segunda etapa de um dos maiores eventos de esportes radicais do mundo, que ocorre em Los Angeles, na Califórnia (Estados Unidos). Nesta quarta-feira (20), o paranaense Gui Khury, de apenas 13 anos, conquistou duas medalhas de prata, ambas no vertical (disputa em uma pista com formato de “U”), sendo uma delas na prova específica de melhor manobra (Best Trick Vert), em que o paulista Rony Gomes foi bronze.

No vertical, Gui dividiu o pódio com os norte-americanos Jimmy Wilkins (ouro) e Mitchie Brusco (bronze). Já na disputa da melhor manobra, ele e Rony (oitavo na prova anterior) ficaram atrás de Elliot Sloan, também dos EUA. Ainda nesta quinta, a dupla brasileira participa da Mega Rampa, às 21h30 (horário de Brasília), junto do também paulista Ítalo Penarrubia.

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É a segunda vez que Gui brilha nos X Games em 2022. Em abril, o brasileiro obteve duas medalhas (prata e bronze) na etapa de Chiba (Japão). À época com 13 anos e quatro meses, o paranaense se tornou o mais jovem da história a ir ao pódio na prova. Em 2021, ainda com 12 anos, ele foi o mais novo a conquistar um ouro no evento, na disputa de melhor manobra. Rony, por sua vez, acumulava duas pratas e um bronze em participações anteriores antes desta quarta.

A participação do Brasil em Los Angeles continua no sábado (23), a partir das 18h, com o gaúcho Carlos Ribeiro, o paulista Kelvin Hoefler – prata na Olimpíada de Tóquio (Japão) – e o paranaense Felipe Nunes nas disputas masculinas do street (estilo praticado em obstáculos de rua). Carlos e Kelvin participarão somente da prova “regular”, enquanto Felipe estará apenas na competição de melhor manobra, que começa às 19h30.

No domingo (24), às 16h, Letícia Bufoni, Pâmela Rosa e Rayssa Leal (prata em Tóquio) competem no street feminino. Por fim, às 18h, Luiz Francisco conclui a participação brasileira na prova masculina do park (estilo onde a pista tem formato similar ao de uma piscina, com paredes e elementos de rua).

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Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Esportes

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

Serviço

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