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Sósia de Pelé recorda experiências e quer seguir homenageando o Rei
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O radialista Nicanor Ribeiro talvez não tenha a desenvoltura de Edson Arantes do Nascimento com a bola nos pés, mas outra característica o aproxima (muito) de Pelé: a aparência. A notável semelhança entre ambos, que já o levou a ser confundido com o Rei do Futebol, tornou-o o mais famoso sósia do Atleta do Século.

O “Pelé de terno” – como o próprio Nicanor se apresenta, em alusão à expressão “Pelé Eterno” – compareceu nesta segunda-feira (2) ao velório do ídolo, realizado no Estádio Urbano Caldeira, a Vila Belmiro, em Santos (SP). O sósia do Rei (que, apesar da brincadeira, estava com uma camisa listrada do Santos) agradeceu pela “parceria” de 20 anos com o maior jogador de futebol da história.
“Viajamos juntos, passamos por sete capitais, sempre muito receptivo comigo. Nos encontramos para gravar publicidades, em quase todas as Copas gravamos juntos, infelizmente nesta [a do Catar] não foi possível. Ele partiu deixando muita saudade, um legado fantástico, [a mensagem de] que precisamos cuidar das nossas crianças”, disse Nicanor à Agência Brasil.
Nicanor conheceu Pelé em 1996, durante um evento nos Estados Unidos, no qual fãs norte-americanos e japoneses se aproximaram para tirar foto, pensando que o radialista era o Rei do Futebol. Incentivado pelo Atleta do Século a correr, ele pretende, nas provas de rua que das quais participa, continuar homenageando o ídolo.
“Tenho hoje uma infraestrutura que me preparou para ser corredor. Então, levarei o nome dele em todos os lugares”, concluiu o radialista de 68 anos.
O velório
O corpo de Pelé foi transportado do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, à Vila Belmiro durante a madrugada. O caixão está no centro do gramado do estádio. O velório é aberto. O acesso do público ocorre pelos portões 2 e 3 (Rua Dom Pedro), enquanto o de autoridades se dá pelos portões 10 e 15 (Rua Princesa Isabel).
Foram erguidas duas tendas no gramado. Uma delas, na qual está o caixão de Pelé, é destinada a familiares, ídolos históricos do Santos e convidados. A outra é voltada a demais autoridades. O público em geral anda por um tablado, que fica à esquerda da primeira tenda.
Após o velório, que termina às 10h (horário de Brasília) de terça-feira (3), será realizado um cortejo pelas ruas de Santos, que passará pela Avenida Coronel Joaquim Montenegro (Canal 6), onde vive a mãe de Pelé, Celeste Arantes, que completou 100 anos em 20 de novembro. De lá, o corpo será levado à Memorial Necrópole Ecumênica, para sepultamento às 12h, em cerimônia restrita a familiares.
Fonte: EBC Esportes
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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa
Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:
Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.
“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”
Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.
“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”
Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.
“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”
Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.
Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.
“É proibido não acreditar.”
A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.
A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.
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