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Surfe: cinco brasileiros avançam direto para 3ª fase do Rio Pro

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Usando a lycra amarela de líder do ranking mundial da Liga Mundial de Surfe (WSL), Filipe Toledo brilhou nesta quinta-feira (23), no primeiro dia de competições do Rio Pro, etapa brasileira da competição, e avançou direto para a terceira fase, para onde também seguiram o campeão olímpico Ítalo Ferreira, Michael Rodrigues, Yago Dora e Miguel Pupo.

Já o tricampeão mundial Gabriel Medina não venceu a sua bateria e seguiu para a repescagem, assim como outros cinco brasileiros: João Chianca, Samuel Pupo, Mateus Herdy, Caio Ibelli e Jadson Andre.

Mostrando fome de vencer desde o início, o potiguar Italo Ferreira caiu na praia de Itaúna, que tinha ondulação de cerca de um metro e meio, pegando ondas em sequência e conseguindo logo um 7,5 na primeira bateria. Com a vantagem construída cedo, o campeão olímpico somou o total de 12,6 e deixou pelo caminho o norte-americano Matthew McGillivray (9,0) e o brasileiro João Chianca (6,3).

Quem também mandou muito bem foi Filipe Toledo. O tricampeão da etapa do Rio (2015, 2018, 2019) mostrou logo um dos aéreos do seu vasto repertório para ganhar uma nota 8,17. Depois bastou somar mais 5,60 para fechar em 13,77 e derrotar o norte-americano Nat Young (11,0) e o peruano Miguel Tudela (9,23).

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Após a sua bateria, Filipinho falou da sua estratégia dentro da água: “Sempre tentamos começar com o pé direito, sempre arriscando tudo, porque, se acertar, vem nota boa, e foi o que tentei fazer. Quis começar a bateria com uma nota alta para ter mais calma para depois escolher uma segunda onda”.

Quem frustrou a torcida presente em Saquarema foi Gabriel Medina, que somou apenas 6,40 pontos na sexta bateria, ficando atrás dos australianos Connor O’Leary (10,56) e Ethan Ewing (7,47).

Disputa feminina

Mais cedo, a representante do Brasil na disputa feminina, Tatiana Weston-Webb, cravou o total de 10,77 pontos na segunda bateria desbancando a peruana Sol Aguirre (9,90) e a havaiana Carissa Moore (1,80), que foram para a repescagem.

Edição: Fábio Lisboa

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

Serviço

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