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Surfe: falta de ondas impede continuidade da etapa de Pipeline

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Após dois dias de ação, a primeira etapa da temporada 2022 do Circuito Mundial de Surfe, que é disputada em Pipeline (Havaí), terá folga nesta segunda-feira (31) por causa da falta de boas ondas. Uma nova chamada será feita na terça-feira (1), a partir das 14h50 (horário de Brasília).

“A previsão indica que tem um novo swell [ondulação] a caminho, então não vamos ter competição hoje no Billabong Pro Pipeline”, disse a vice-presidente de circuitos e competições da Liga Mundial de Surfe (WSL, na sigla em inglês), Jessi Miley-Dyer.

Primeiros dias de disputa

A etapa de Pipeline teve início no último sábado (29), com a disputa masculina. O destaque entre os brasileiros foi o campeão olímpico Ítalo Ferreira, que venceu sua bateria (contra o australiano Callum Robson e o peruano Miguel Tudela) para chegar à terceira fase. Além do potiguar, Caio Ibelli, Samuel Pupo, Miguel Pupo, João Chianca e Deivid Silva também avançaram.

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Um dia depois a vice-campeã mundial Tatiana Weston-Webb, única representante do Brasil entre as mulheres, ficou em segundo na bateria contra as havaianas Malia Manuel (que passou em primeiro) e Gabriela Bryan. Assim, a gaúcha enfrenta nas oitavas de final Moana Jones Wong, surfista local.

Edição: Fábio Lisboa

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

Serviço

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