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Torneio da França: Brasil fica no 0 a 0 com Finlândia em último jogo
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A seleção feminina de futebol se despediu do Torneio Internacional da França sem vitórias. Nesta terça-feira (22), as brasileiras empataram sem gols com a Finlândia, no estádio Michel D’Ornano,na cidade de Caen, pela terceira e última rodada da competição amistosa, que serviu de preparação para a Copa América, marcada entre 8 e 30 de julho, na Colômbia.

Fim de jogo. 🇧🇷 0x0 🇫🇮
No último jogo do Torneio Internacional da França, empate da #GuerreirasDoBrasil com a Finlândia. pic.twitter.com/xMyJ5QqApV
— Seleção Feminina de Futebol (@SelecaoFeminina) February 22, 2022
O Brasil finalizou o torneio com dois pontos, na terceira posição. A equipe canarinho também somou ponto ao empatar por 1 a 1 com a Holanda, na quarta-feira passada (16). No último sábado (19), as brasileiras foram derrotadas pela França, por 2 a 1, de virada. A Finlândia, com um ponto, ficou na quarta e última colocação. As escandinavas perderam de francesas (5 a 0) e holandesas (3 a 0) nos jogos anteriores.
No primeiro tempo, as brasileiras repetiram os erros no último passe, observados nos dois jogos anteriores. Mesmo assim, dominaram as ações e tiveram chances de abrir o placar. Aos seis minutos, a meia Ary Borges cruzou rasteiro pela direita e Marta concluiu. A goleira Miika Korpela salvou e a própria atacante pegou o rebote, mas o chute, desviado, foi por cima da meta.
Aos 18, novamente pela direita, a lateral Letícia Santos cruzou por baixo, Korpela deu rebote e a atacante Debinha aproveitou a sobra quase na linha da pequena área, mas a zagueira Anna Westerlund, de cabeça, evitou o gol em cima da linha. Marta ainda finalizou com perigo outras duas vezes, aos 37 e aos 40 minutos, parando na goleira finlandesa.
O susto ficou por conta de Duda. Aos 22 minutos, a meia sentiu o tórax em uma disputa de bola na área das escandinavas e foi substituída por Ana Vitória. A jogadora brasileira teve dificuldades para caminhar até o banco de reservas.
Na volta do intervalo, Ana Vitória ficou no quase em um chute, dentro da área, que passou rente à trave, assim como a cobrança de falta de Debinha, aos dez minutos. Com o desenrolar do segundo tempo, o Brasil foi sentindo falta da criatividade das meias Kerolin e Ary Borges, que já haviam sido substituídas, e teve dificuldades para furar o ferrolho finlandês.
A técnica Pia Sundhage terá duas data-Fifa (período destinado a jogos entre seleções), entre 4 e 12 de abril e 20 a 28 de junho, antes da Copa América. Os adversários neste período ainda não foram anunciados.
Edição: Cláudia Soares Rodrigues
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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa
Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:
Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.
“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”
Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.
“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”
Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.
“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”
Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.
Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.
“É proibido não acreditar.”
A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.
A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.
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