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Inclusão e participação: a mulher na advocacia e na história da OAB

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Cerca de 634 mil mulheres exercem a profissão de advogada no Brasil. Outras 7,7 mil são estagiárias de direito. Nos empregos e nos estágios, elas são maioria: 50,4% e 53,2% do total, respectivamente.

Na diretoria nacional da OAB, o tom feminino também é marcante. Pela primeira vez, em 90 anos de história, duas advogadas compõem a diretoria nacional da entidade. A advogada Sayury Otoni, do Espírito Santo, é a secretária-geral. E a advogada Milena Gama, do Rio Grande do Norte, é a secretária-geral adjunta da atual gestão.

As recentes conquistas vieram após a aprovação da paridade de gênero, uma regra que passou a ser aplicada às eleições da OAB em 2021. A novidade resulta de um longo processo de luta pelo fortalecimento feminino dentro da entidade. Um dos efeitos práticos da nova regra foi a eleição de mais mulheres para a presidência e diretorias de seccionais e subseções e para os cargos de conselheiras em todos os níveis (federais, seccionais e de subseção).

Presidentes mulheres

Desde janeiro deste ano, cinco advogadas assumiram presidências de seccionais. Em ordem alfabética, as presidentes são: Cláudia Prudêncio (SC), Daniela Borges (BA), Gisela Cardoso (MT), Marilena Winter (PR) e Patrícia Vanzolini (SP). A exemplo da diretoria nacional, tem-se um marco de participação feminina na história das seccionais do Sistema OAB.

Mês da Mulher

A secretária-geral da OAB Nacional, Sayury Otoni, afirma que março deve ser dedicado a reiterar as lutas das mulheres em busca de igualdade. Para ela, apenas a construção de uma sociedade mais igualitária vai permitir a evolução para a construção de um país mais solidário. “A data tem uma importância política, para reafirmar as lutas cotidianas de todas as mulheres por um espaço de vez e voz, em igualdade com os homens, para que, juntos, possamos construir o Brasil da solidariedade humana que queremos”, defende a secretária-geral da OAB.

A secretária-geral adjunta, Milena Gama, diz que o objetivo central do Mês da Mulher é a reflexão sobre a condição feminina no mundo e a necessidade de se debater questões como a igualdade de gênero. “O 8 de Março é celebrado para reconhecer as conquistas sociais, políticas e culturais das mulheres. Atualmente, é comum ver um clima festivo em torno da data, mas o objetivo central é convidar a sociedade a lembrar a história de luta e conquistas, a refletir sobre a condição feminina no mundo e a debater a questão da igualdade de direitos entre mulheres e homens”, afirma a diretora da Ordem.

“A data busca firmar a equidade de direitos entre os gêneros, pois os movimentos sociais femininos ainda continuam lutando por direitos básicos, pelo combate à violência, maior representatividade política, dentre outros. Vamos celebrar nosso dia, mas também lembrar a data como forma de incentivar a continuidade da luta das mulheres”, afirma Milena Gama.

Presidentes seccionais

Gisela Cardoso, presidente da OAB-MT e coordenadora-adjunta do Colégio de Presidentes Seccionais, diz que as celebrações deste ano são emblemáticas, por ser a primeira vez que o Mês da Mulher é celebrado após entrar em vigor a regra da paridade nas eleições da Ordem. “Dia 8 de Março é uma data que marca a discussão e a luta pelos direitos das mulheres, a busca da igualdade, pela redução da discriminação e da violência contra a mulher”, pontua Gisela.

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“Para a advocacia feminina é ainda mais especial. Este 8 de Março é o primeiro da paridade, em que advogados e advogadas ocupam as cadeiras da direção da Ordem de forma igualitária. Então, precisamos comemorar bastante e continuar sempre na busca para atingirmos a igualdade plena que almejamos”, celebra a presidente da OAB-MT.

Cláudia Prudêncio, presidente da OAB-SC, afirma que é preciso destacar a importância das mulheres em diferentes profissões e celebrar a visibilidade delas como uma semente rumo à equidade de gênero. “Precisamos reafirmar a importância da mulher, sempre. Esta é uma data para destacarmos a relevância de todas as profissionais, da mulher pedreira, da mulher manicure, da mulher médica, da mulher do lar, da mulher advogada”, lembra Cláudia.

“Precisamos, todo o tempo, juntas, olhar para o passado, para todas aquelas que fizeram tanto por nós. E celebrar isso em uma data na qual as conquistas de muitas de nós ganham visibilidade, planta uma semente em cada mulher e na própria sociedade rumo à equidade de gênero. Porque já avançamos muito, mas ainda precisamos de ações afirmativas, precisamos colocar as mulheres em destaque, mostrando que tantas outras também podem ser e estar onde desejarem”, conclui Prudêncio.

A presidente da OAB-BA, Daniela Borges, destaca que as comemorações são importantes para marcar e honrar a histórias das mulheres que lutaram pelos direitos já conquistados, mas que é preciso também refletir sobre os enormes desafios que ainda existem em busca da equidade entre homens e mulheres.

“Março é um período para lembrarmos de todas as lutas que precisaram ser travadas para que tivéssemos as conquistas que usufruímos hoje, honrando a história dessas mulheres. Ao mesmo tempo, também é um momento para refletirmos sobre tantos desafios que ainda temos e o quanto ainda precisamos lutar para uma efetiva realidade de igualdade de direitos e oportunidades entre mulheres e homens”, diz a presidente da OAB-BA.

“É importante reconhecer que ainda existem muitos desafios, eles são imensos, tanto para os direitos das mulheres na sociedade como também para a efetividade de melhores condições de trabalho para as mulheres advogadas”, defende Daniela Borges.

A presidente da OAB-PR, Marilena Winter, destaca que a reflexão sobre a condição das mulheres é importante para lembrar a luta em busca de direitos. “É uma data para celebrar as conquistas, avanços e para lembrar a luta das mulheres pelos seus direitos. Também é um dia para refletir sobre o que ainda não avançou, como a efetividade das políticas públicas de enfrentamento à violência”, aponta Marilena.

Ela conclui dizendo que “para a advocacia, a quem compete a defesa de direitos fundamentais, este dia tem especial importância, porque lutamos pela igualdade de gênero, que é uma expressão da dignidade humana. E, hoje, pertencemos a uma instituição que foi capaz de avançar rumo à paridade”.

A presidente da OAB-SP, Patrícia Vanzolini, ressalta a trajetória de outras mulheres, que abriram os caminhos para que a Ordem pudesse ter aprovado a paridade. “Ninguém chega a lugar nenhum sozinha. Só estou aqui porque muitas mulheres corajosas desbravaram esse caminho antes de mim e me permitiram ter sido eleita a primeira mulher presidente da OAB SP em 90 anos. Quando uma de nós chega lá, tem obrigação de trazer as outras consigo”, diz.

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“É o que eu faço, é o que a OAB faz: reconhecemos a força e a importância das mulheres, e a dificuldade pelas quais todas nós passamos em nossas trajetórias profissionais. Não aceitamos mais sermos excluídas dos cargos de liderança. Queremos estar juntas aos homens, construindo uma sociedade melhor, mais justa, mais segura e mais solidária para todos. É por isso que hoje, 8 de março, comemoramos com muita alegria o Dia Internacional da Mulher”, conclui Patrícia Vanzolini.

Comissão da Mulher Advogada

A conselheira federal pelo Distrito Federal e presidente da Comissão Nacional da Mulher Advogada, Cristiane Damasceno, acredita que o maior desafio da mulher contemporânea é compatibilizar a vida profissional com a pessoal. “Um dos desafios da comissão nesta gestão é auxiliar as advogadas na busca por esse equilíbrio. Aliar nossas competências e qualidades a uma gestão de tempo bem pensada. Por isso a equiparação salarial é uma luta constante não só para as advogadas, mas para toda mulher. Não há qualquer justificativa para a diferença de valores. Por isso é ideal que mulheres ocupem os lugares de fala”, aponta.

Histórico de lutas

1898: Myrthes de Gomes Campos torna-se a primeira mulher advogada do país. A conquista torna-se ainda mais relevante em meio a uma sociedade fortemente patriarcal e marcada pela exclusão dos direitos civis às mulheres.

1902: Maria Augusta Saraiva (1879-1961) torna-se a primeira mulher bacharel em Direito pela Faculdade de Direito do Largo São Francisco. Em 11 de julho do mesmo ano, ela fez sua estreia no Tribunal de Justiça da capital paulista ao defender, em juízo, o acusado de um crime.

1906: Myrthes Gomes de Campos é aceita no Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB), entidade da qual a OAB se originou.

1932: Mulheres passam a exercer o direito ao voto, conferido pelo Decreto nº 21.076.

1962: Maria Rita Soares de Andrade é a primeira mulher a integrar o Conselho Federal da OAB. Em 1967, ela também viria a ser considerada primeira Juíza Federal do Brasil, nomeada pelo presidente Castello Branco.

1981: Zelite Andrade Carneiro (OAB-RO) – 1ª mulher eleita presidente de seccional da OAB.

1988: A Constituição Federal é promulgada e representa um marco na igualdade de gênero.

1995: Marina Beatriz Silveira de Magalhães (OAB-RS) – 1ª mulher a compor a Diretoria da OAB Nacional – secretária-geral adjunta.

1999: Fides Angélica de Castro Veloso Mendes Ommati (OAB-PI) – idealizadora e 1ª diretora-geral da Escola Nacional de Advocacia (ENA)

2000: Joênia Batista de Carvalho (OAB-RR) – 1ª mulher indígena a exercer a advocacia no Brasil.

2013: Fernanda Marinela (OAB-AL) – 1ª mulher presidente da Comissão Nacional da Mulher Advogada.

2015: Florany Maria dos Santos Mota (OAB-RR) – idealizadora do movimento “Mais mulheres na OAB”.

2017: Cléa Carpi da Rocha (OAB-RS) – 1ª mulher agraciada com a Medalha Rui Barbosa, maior comenda do Conselho Federal da OAB

2020: Conselho Pleno da OAB Nacional aprova a paridade nas eleições da entidade.

2021: Cinco mulheres são eleitas presidentes de seccionais: Marilena Winter (PR), Cláudia Prudêncio (SC), Patrícia Vanzolini (SP), Gisela Cardoso (MT) e Daniela Borges (BA).

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JURÍDICO

Aulão jurídico on‑line une defesa criminal e solidariedade em apoio ao Abrigo João de Deus

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O advogado criminalista e professor Lucas Sá Souza promove no dia 22 de dezembro um aulão solidário on‑line sobre Habeas Corpus e Defesa nos Tribunais, com toda a arrecadação destinada ao Abrigo João de Deus. A iniciativa busca combinar capacitação jurídica com ação social, abrindo espaço para participação de profissionais de todo o país.

Pela primeira vez ministrado exclusivamente em formato virtual, o evento permite que advogados e estudantes de diferentes regiões acompanhem as palestras sem deslocamento. O modelo também visa ampliar o alcance da arrecadação, mantendo o objetivo de impactar diretamente a comunidade acolhida pelo abrigo.

“Além de ser a especialidade do nosso escritório, Sá Souza Advogados, é um assunto importantíssimo para a advocacia criminal, que sempre está em defesa da liberdade nos Tribunais. Pela primeira vez será realizado exclusivamente na modalidade on‑line, pois foi um pedido expresso de muitos colegas advogados de outros lugares do Pará e do Brasil, que sempre querem participar, mas terminavam impossibilitados”, afirma Lucas Sá Souza.

O histórico da mobilização mostra o compromisso do escritório com a causa social: desde 2022, o apoio ao Abrigo João de Deus se mantém ativo. Em 2025 um evento anterior resultou na doação de mais de uma tonelada de alimentos não perecíveis ao abrigo. A expectativa agora é ampliar esse resultado e reforçar o impacto da ação beneficente.

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“Realizamos este apoio ao abrigo desde 2022, pois entendemos que isso integra a missão social do escritório e também é uma forma de retribuirmos o tanto que recebemos da sociedade. Quanto à expectativa de público e de arrecadação, estou curioso, pois no último que fizemos, arrecadamos mais de uma tonelada de alimentos para o abrigo”, ressalta o advogado.

Inscrições e participação

Interessados devem enviar um e-mail para sasouzaadvogados@gmail.com , manifestando interesse. A equipe do escritório Sá Souza Advogados enviará as instruções para contribuição via pagamento de R$ 50 ou doação de 10 kg de alimentos não perecíveis.

Serviço

Data: segunda‑feira, 22 de dezembro

Tema: Habeas Corpus e Defesa nos Tribunais

Formato: 100% on‑line

Investimento: R$ 50 ou 10 kg de alimentos não perecíveis

Inscrições: enviar e-mail para sasouzaadvogados@gmail.com

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Itaipava transforma aviso legal em alerta contra o assédio e propõe novo padrão de comunicação no mercado cervejeiroDurante décadas, o texto legal das campanhas de cerveja cumpriu uma função obrigatória. Presente em todas as peças do setor, a mensagem “Beba com moderação” acabou se tornando invisível aos olhos do público. A partir desse diagnóstico e amparada por uma pesquisa inédita do Instituto Locomotiva, realizada em parceria com a marca para esse 2026, a Itaipava decidiu ressignificar esse espaço para chamar atenção a um problema urgente da sociedade brasileira: o assédio, especialmente intensificado durante o Carnaval. Criada pela WMcCANN, a iniciativa transforma o aviso legal em um alerta direto e impossível de ignorar e dá início a um movimento com a nova assinatura “Nunca assedie. Beba com sabedoria”, colocando o combate ao assédio como prioridade em sua comunicação. Os dados que embasam a iniciativa fazem parte de uma parceria da Itaipava com o Instituto Locomotiva e evidenciam a dimensão do problema: 79% das brasileiras afirmam temer sofrer assédio no Carnaval e 5 em cada 10 mulheres já passaram por situações de assédio durante a festa. As informações integram as peças da campanha de Carnaval da marca e reforçam a urgência do tema, validando seu compromisso social ao integrar o “Não Se Cale”, pacto assinado pelo Grupo Petrópolis no lançamento do movimento, em 2024. “Nós entendemos que o Carnaval é um momento de celebração, mas também de responsabilidade. Com esta iniciativa, queremos ser pioneiros em uma mudança de comportamento que pode e deve ser abraçada por todo o setor. Transformar o aviso legal em um alerta contra o assédio é um passo simbólico, mas de grande impacto”, afirma Giulia Faria, Co-CEO do Grupo Petrópolis. “A parceria entre Itaipava, WMcCANN e Instituto Locomotiva nasce do compromisso de usar a comunicação para tornar visíveis verdades que não podem mais ser ignoradas. O posicionamento da WMcCANN, baseado em verdades bem contadas, está diretamente ligado à responsabilidade cultural. Ao realizar uma ação sustentada por dados, a comunicação cumpre seu papel de provocar reflexão, influenciar a cultura para transformar comportamentos e contribuir para um ambiente mais seguro para as mulheres”, comenta Ranata Bokel, CEO da WMcCANN. Para Maíra Saruê, diretora de pesquisa do Instituto Locomotiva, os dados da pesquisa revelam um cenário preocupante e reforçam como o assédio ainda faz parte da realidade de muitas mulheres durante o Carnaval. “Ao divulgar esses dados, buscamos não só amplificar o debate público sobre o tema, mas também chamar à reflexão quem está pulando o Carnaval. O assédio não é uma questão individual de uma ou outra mulher, é um problema social que precisamos enfrentar de forma coletiva, como sociedade”, explica. A ação se desdobra em uma estratégia de comunicação integrada que leva a mensagem para as ruas, redes sociais e plataformas digitais. O movimento inclui a aplicação da nova assinatura na veiculação de filme, peças em DOOH e materiais promocionais, com ampla presença em regiões de alta concentração de blocos e festividades carnavalescas. A estratégia busca amplitude e mobilização, incentivando o engajamento de parceiros e consumidores para que a mensagem se perpetue além do Carnaval. Pacto Ninguém se Cala O Grupo Petrópolis foi a primeira grande empresa do setor cervejeiro a assinar o Pacto Ninguém Se Cala, iniciativa do Ministério Público de São Paulo e do Ministério Público do Trabalho de combate ao assédio e à violência contra a mulher. Entre as ações adotadas, a empresa tem conscientizado clientes, fornecedores, promotores de eventos e colaboradores a respeito do tema, dentro da estratégia do seu programa de consumo consciente, o Saber Beber. A inclusão do alerta “Nunca Assedie” no aviso legal das embalagens de cerveja é mais uma ação adotada nesse sentido. SOBRE A ITAIPAVA – Criada em Petrópolis (RJ), Itaipava conquistou o consumidor brasileiro ao longo dos anos e, hoje, é uma das cervejas mais consumidas no país. A família Itaipava conta com diferentes tipos para todos os gostos e ocasiões: Itaipava Pilsen, Itaipava Premium, Itaipava Go Draft, Itaipava 100% Malte, Itaipava Malzbier, Itaipava Chopp e Itaipava Zero Álcool. Conheça o site: http://www.cervejaitaipava.com.br – @itaipava SOBRE O GRUPO PETRÓPOLIS – O Grupo Petrópolis é a única grande empresa do setor cervejeiro com capital 100% nacional. Produz as marcas de cerveja Itaipava, Petra, Black Princess, Cacildis, Cabaré, Weltenburger, Crystal e Lokal; a cachaça Cabaré; a vodca Nordka; as bebidas mistas Fest Drinks, Cabaré Ice, Crystal Ice e Blue Spirit Ice; o energético TNT Energy; os refrigerantes It! e a Tônica Petra; a bebida esportiva TNT Sport Drink; e a água mineral Petra. O Grupo possui oito fábricas em seis estados e mais de 130 Centros de Distribuição em todo o País, sendo responsável pela geração de mais de 22 mil empregos diretos. Em 2017, o Grupo criou o programa de consumo consciente Saber Beber, que orienta consumidores sobre o consumo responsável de bebidas alcoólicas. Saiba mais em www.grupopetropolis.com.br e no perfil @grupo.petropolis nas redes sociais.

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Conheça o site: http://www.cervejaitaipava.com.br – @itaipava SOBRE O GRUPO PETRÓPOLIS – O Grupo Petrópolis é a única grande empresa do setor cervejeiro com capital 100% nacional. Produz as marcas de cerveja Itaipava, Petra, Black Princess, Cacildis, Cabaré, Weltenburger, Crystal e Lokal; a cachaça Cabaré; a vodca Nordka; as bebidas mistas Fest Drinks, Cabaré Ice, Crystal Ice e Blue Spirit Ice; o energético TNT Energy; os refrigerantes It! e a Tônica Petra; a bebida esportiva TNT Sport Drink; e a água mineral Petra. O Grupo possui oito fábricas em seis estados e mais de 130 Centros de Distribuição em todo o País, sendo responsável pela geração de mais de 22 mil empregos diretos. Em 2017, o Grupo criou o programa de consumo consciente Saber Beber, que orienta consumidores sobre o consumo responsável de bebidas alcoólicas. Saiba mais em www.grupopetropolis.com.br e no perfil @grupo.petropolis nas redes sociais.

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