MATO GROSSO
99% dos cidadãos atendidos no Ganha Tempo avaliam serviços como bom, ótimo e excelente, aponta relatório
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Para o secretário da pasta, Basílio Bezerra, a opinião da população é imprescindível para melhorar os serviços prestados e de acordo com ele o intuito do Governo é implementar esse sistema em outros órgãos do Estado.
“Queremos ouvir o cidadão cada vez mais, nos diversos serviços que oferecemos, visando a melhoria contínua a partir da sugestão deixada por cada um. Esse sistema que implementamos garante a continuidade de um serviço público de qualidade a todos, sem deixar de lado as críticas, pois dessa forma podemos avançar cada vez mais na excelência do atendimento”, finaliza.
Ao final do atendimento nas unidades, os cidadãos são convidados a avaliar o serviço prestado. Para isso, eles devem escanear o QR Code disponibilizado, que irá direcioná-los ao sistema onde devem escolher uma classificação. Em seguida, é possível inserir alguns dados pessoais e ainda deixar críticas, elogios e sugestões.
A superintendente do Ganha Tempo de Mato Grosso, Talita Peske, reforça a importância da opinião da população para a eficiência dos serviços, e enfatiza ainda que cada informação e opinião deixada é encaminhada ao setor responsável e cuidadosamente analisada pela equipe gestora.
“Para que a gente consiga priorizar nossos esforços nas melhorias é importante que o cidadão preencha a avaliação e deixe seu comentário. Quanto mais detalhado e específico for, mais precisa e acertada será nossa resposta”.
Além da excelência na satisfação ao usuário, as unidades do Ganha Tempo têm aumentado consideravelmente o número de pessoas atendidas. Em 2022 as unidades do Ganha Tempo realizaram cerca de 750 mil atendimentos. Este ano a previsão é que esse número aumente 20%, chegando a, aproximadamente, 900 mil usuários atendidos diante dos avanços promovidos no órgão desde que o Estado assumiu a gestão direta dos serviços.
Em março deste ano foram retomados os serviços do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT) e em junho foi a vez da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz) que voltou a disponibilizar os serviços fazendários nas sete unidades do Ganha Tempo.
Em ambos os casos o objetivo foi manter as instituições cada vez mais próximas do cidadão, proporcionando um atendimento acessível e eficiente.
Além dos parceiros fixos, o Ganha Tempo também realiza parcerias esporádicas, como a que ocorreu no primeiro semestre deste ano quando o Programa Ser Família, executado pela Secretaria de trabalho e Assistência Social (Setasc), atendeu 4.116 famílias na unidade do CPA.
Clique AQUI e conheça os órgãos serviços do Ganha Tempo.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso
A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.
De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.
Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.
Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.
O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:
“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.
A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.
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