MATO GROSSO
A convite de embaixador, Governo de Mato Grosso participa de evento na Expo Dubai
MATO GROSSO
O Governo de Mato Grosso participou neste sábado (19.02) de evento na Expo Dubai, a maior feira de negócios do mundo, a convite do embaixador do Brasil nos Emirados Árabes, Fernando Igreja.
Durante o dia, o governador Mauro Mendes, a primeira-dama Virginia Mendes e a comitiva do Estado conheceram ações voltadas para a sustentabilidade e inovações tecnológicas.
“Essa feira é um dos mais importantes eventos mundiais, em que se reúnem governos, Ongs e o setor privado para se discutir diversos assuntos, desde sustentabilidade a cultura. É um ótimo ambiente para prospectar ações para o nosso Estado”, ressaltou o governador, lembrando que o tema central desse ano é “Conectando mentes, criando o futuro”.
“Aqui tudo se expande, as ideias, conhecimento e perspectivas. É o local em que as melhores soluções estão presentes para transformar a vida de quem vive nas cidades”, completou ele.
Após a visita, a comitiva do governo, formada pelos secretários Mauro Carvalho (Casa Civil), Cesar Miranda (Desenvolvimento Econômico) e Laice Souza (Comunicação), além do presidente do MT Par, Wenner Santos, participaram de um evento da Embaixada, no Pavilhão Brasil, em comemoração aos 200 anos da Independência do país.
“Tudo que estamos conhecendo são inovações que nos ajudarão a projetar um estado melhor para quem vive nele. É uma grande oportunidade de entender como as cidades cosmopolitas evoluíram e se adaptaram para oferecer serviços de qualidade ao cidadão”, destacou Cesar Miranda.
Expo Dubai 2020
Exposição mundial organizada pelo Bureau International des Expositions e realizada na cidade de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, no período de seis meses. A feira desse ano teve início em outubro de 2021 e se encerra em 31 março deste ano. Ela tem o nome de Expo 2020 porque deveria ter sido realizada em outubro de 2020, mas em decorrência da pandemia foi adiada, mantendo o nome original.
MATO GROSSO
Remédio sem hormônio para a menopausa abre alternativa para quem ficou anos sem tratamento
“A onda de calor não é um desconforto qualquer. É a mulher acordando encharcada de suor no meio da noite, é o rosto pegando fogo numa reunião cheia de gente. E eu tenho paciente convivendo com isso há anos, sem ter para onde correr”, diz a ginecologista Dra. Fabiana Bersch. Para parte dessas mulheres, a ciência trouxe uma saída. A Anvisa aprovou nesta segunda-feira, 22 de junho, o fezolinetanto, primeiro medicamento sem hormônio autorizado no Brasil para tratar as ondas de calor e o suor noturno de intensidade moderada a intensa associados à menopausa.
Os calores e suores noturnos são o sintoma mais conhecido do climatério e atingem até 80% das mulheres entre 40 e 65 anos. Não são raros nem passageiros: duram, em média, sete anos, e em alguns casos chegam a dez. Mesmo assim, boa parte das pacientes nunca recebeu um tratamento à altura.
O novo remédio será vendido pela Astellas Farma com o nome Veoza, em comprimido de uso diário. A aprovação se baseou em estudos clínicos que reuniram mais de 3 mil mulheres na Europa, nos Estados Unidos e no Canadá. Diferente da reposição hormonal, o fezolinetanto age direto no cérebro. Na menopausa, a queda do estrogênio faz uma substância chamada neurocinina B agir de forma exagerada no hipotálamo, a região que controla a temperatura do corpo. É esse descontrole que dispara os calorões. O medicamento bloqueia essa substância e acalma o termostato interno.
Para a Dra. Fabiana, quem mais ganha com a novidade são as mulheres que até agora não tinham uma alternativa segura. Ela cita dois grupos. “O primeiro são as mulheres que tiveram câncer de mama. Muitas não podem usar hormônio de jeito nenhum, e conviviam com os calores sem nenhuma alternativa aprovada. Para elas, isso muda o jogo”, afirma.
O segundo grupo é menos comentado, mas igualmente grande.“São as mulheres que perderam a janela de oportunidade da reposição. Quando a terapia hormonal não começa nos primeiros anos da menopausa, iniciar muito depois pode trazer mais risco do que benefício. Essas pacientes ficavam órfãs de tratamento. Agora elas têm uma saída”, explica.
A médica comemora o avanço, mas faz questão de colocar a novidade no lugar certo. O fezolinetanto trata o calor e o suor. Ele não age sobre os outros efeitos da queda do estrogênio. “Preciso ser honesta com as minhas pacientes. O remédio cuida das ondas de calor e do suor noturno, e faz isso bem. Mas ele não trata a perda de massa óssea, a secura vaginal, o sono, o humor nem a saúde do coração. A menopausa é muito maior do que um sintoma só”, diz.
É aí que entra o trabalho que ela defende, de olhar para a mulher por inteiro e não só para a queixa do momento. “O remédio é uma ferramenta nova e importante, não um atalho. A mulher continua precisando de uma avaliação completa, porque tratar um sintoma isolado não é a mesma coisa que cuidar da mulher inteira”, reforça.
A ginecologista também pede cautela com a expectativa. O medicamento que ainda não chegou às farmácias, exige acompanhamento, incluindo exames para monitorar o fígado. “Já vejo gente animada querendo o remédio. Ele ainda não está disponível e não é para sair tomando por conta própria. A indicação precisa ser individual, com avaliação e acompanhamento”, orienta.
Quando não tratados, os calores e suores noturnos vão muito além do incômodo. Tiram o sono, afetam a memória, o humor e a produtividade. Cuidar bem dessa fase, lembra a médica, é cuidar do futuro da mulher. “A menopausa é o fim da vida reprodutiva, não da vida produtiva. Quanto mais opção de tratamento a mulher tiver, e quanto melhor o acompanhamento, melhor ela vive os anos que vêm pela frente”, conclui.
Sobre a Dra. Fabiana Bersch
Dra. Fabiana Bersch é ginecologista com mais de 25 anos de experiência, com foco em saúde integrativa da mulher. Tem pós-graduação em Medicina Integrativa e concluiu, em 2026, o programa de atualização em saúde da mulher e menopausa (WHAM) da Harvard Medical School. Atende presencialmente em Primavera do Leste (MT) e on-line para todo o Brasil.
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