Search
Close this search box.
CUIABÁ

MATO GROSSO

A menos de uma semana para eleição, pesquisa aponta vitória de Botelho no 1º turno

Publicados

MATO GROSSO

A seis dias da eleição, o candidato a prefeito de Cuiabá Eduardo Botelho (União) segue na liderança e com chances de vitória já no primeiro turno conforme pesquisa realizada pelo Instituto Sensor Pesquisas, realizada entre os dias 20 e 25 de setembro.

Na modalidade estimulada, aquelas em que os nomes dos candidatos são indicados aos entrevistados, Botelho aparece com 41,69%, seguido por Abílio (PL), que aparece com 20,66%, enquanto Lúdio (PT) está em terceiro com 14,64%. Kennedy (MDB) aparece em último com 4,08%. Entre os entrevistados, 11,27% ainda estão indecisos e 5,86% vão votar em branco ou nulo.

Ao analisar os votos válidos, conforme a metodologia do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a qual exclui os votos brancos, nulos e os indecisos, a pesquisa colocar Botelho com uma vitória no primeiro turno, com 50,92% dos votos, enquanto Abílio ficaria em segundo com 25,23%, já Lúdio surge com 18,86%, enquanto Kennedy teria 4,98% dos votos.

Botelho também lidera na modalidade espontânea com 41,39% das intenções de voto, seguido mais uma vez de Abilio com 20,14%, enquanto Ludio tem 15,26% e Kennedy contabiliza 3,03%. A pesquisa aponta ainda que 12,42% dos eleitores ainda estão indecisos e 7,76% devem anular ou votar em branco.

Leia Também:  VÍDEO: Homem é preso pela Polícia Militar, por impedir apreensão de veículo por Agentes de Trânsito (Amarelinhos) da Semob. Veja

O levantamento está registrado no TSE sob o número MT-04160/2024, com um intervalo de confiança de 95% e margem de erro de 2,83%, para mais ou para menos. Foram entrevistados 1.200 eleitores tanto na zona urbana quanto nos distritos, com base nos dados estatísticos atualizados do TSE e IBGE.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

Especialista alerta: falta de diálogo sobre dinheiro pode comprometer a saúde financeira e até o futuro dos relacionamentos

Publicados

em

Quando o assunto é relacionamento, muitos casais conversam sobre casamento, filhos, carreira e planos para o futuro. No entanto, uma das pautas mais importantes para a construção de uma vida a dois ainda costuma ser deixada de lado: o dinheiro.

Questões relacionadas a orçamento doméstico, dívidas, investimentos e metas financeiras frequentemente se tornam fontes de conflitos quando não são discutidas de forma transparente. Especialistas apontam que a falta de diálogo sobre finanças está entre os fatores que mais geram desgaste emocional e tensão dentro dos relacionamentos.

Para a professora de Ciências Contábeis Maria Clara Martins, o problema vai além da simples organização financeira.

“Muitos casais evitam conversar sobre finanças. Isso acontece porque culturalmente associamos dinheiro a poder pessoal. Isso pode resultar em um dos parceiros esconder gastos, dívidas e receitas do outro — o que chamamos de infidelidade financeira. Situações como essa podem adicionar estresse constante e, muitas das vezes, são a razão para separações”, explica Maria Clara, da Faculdade Serra Dourada de Lorena.

Os erros financeiros mais comuns entre casais

Segundo a docente, a ausência de um planejamento financeiro compartilhado costuma levar a erros que poderiam ser evitados com uma simples conversa periódica sobre o orçamento familiar.

Entre os problemas mais frequentes está a inexistência de uma reserva de emergência para o casal. Sem esse recurso, situações inesperadas como desemprego, problemas de saúde ou despesas urgentes podem comprometer significativamente a estabilidade financeira da família.

Outro ponto de atenção são os gastos duplicados. A falta de alinhamento pode fazer com que ambos mantenham assinaturas, serviços ou despesas semelhantes sem necessidade, aumentando os custos mensais sem que percebam.

Leia Também:  Metamat desenvolve projeto para utilizar rejeitos de mineração na agricultura de MT

Além disso, quando cada parceiro possui expectativas diferentes para o presente e para o futuro, surgem conflitos relacionados às prioridades financeiras.

“É importante ambos serem sinceros com seus planos para o agora e para o futuro e alinharem as expectativas. Quando existe clareza sobre os objetivos, as decisões financeiras passam a fazer mais sentido para os dois”, destaca.

Transformando dinheiro em ferramenta para realizar sonhos

Embora o tema ainda seja considerado delicado para muitas pessoas, a especialista defende que falar sobre dinheiro pode se tornar um hábito positivo e até motivador.

“Quando o dinheiro vira um instrumento para realizar sonhos juntos, a conversa deixa de ser chata e vira motivadora. Por isso, conversem sobre dinheiro pelo menos uma vez por mês, coloquem como um compromisso na agenda. Não é para brigar, é para comemorar as pequenas conquistas e continuar planejando”, orienta Martins.

Ela recomenda que o casal escolha uma ferramenta de controle financeiro que funcione para ambos, seja uma planilha, aplicativo ou planner. O importante é conseguir visualizar de forma clara quanto dinheiro entra e para onde ele está sendo direcionado.

Outra estratégia é estabelecer metas compartilhadas em diferentes horizontes de tempo:

Curto prazo: viagens, lazer e experiências;
Médio prazo: aquisição de veículo, reformas ou mudanças de residência;
Longo prazo: aposentadoria, educação dos filhos e independência financeira.

“Estudar sobre juros compostos e conhecer opções de investimentos também ajuda o casal a construir patrimônio de forma mais eficiente ao longo dos anos”, acrescenta.

Leia Também:  VÍDEO: Um homem foi morto dentro de uma pizzaria, em Pontes e Lacerda, já na madrugada deste sábado. Dois criminosos chegaram de moto e um deles atirou na vítima de 34 anos.

Conta conjunta ou separada? Especialista explica qual modelo funciona melhor

Uma dúvida comum entre casais diz respeito à administração das contas bancárias. Afinal, é melhor manter tudo separado ou centralizar as finanças?

De acordo com a especialista, não existe uma fórmula única. “Não existe modelo certo ou errado. O mais importante é que a escolha esteja alinhada ao perfil, à rotina e aos objetivos do casal.”

Ela explica que contas totalmente separadas costumam funcionar bem para quem valoriza autonomia financeira, mas podem dificultar a visualização do patrimônio construído em conjunto. Já a conta conjunta oferece maior integração, embora possa gerar conflitos quando os hábitos de consumo são muito diferentes.

Por isso, o modelo híbrido tem ganhado espaço entre especialistas e casais. “O modelo híbrido costuma ser o mais recomendado porque une organização e autonomia. Uma conta pode ser destinada às despesas da casa e às metas compartilhadas, enquanto cada pessoa mantém sua conta individual para gastos pessoais”, ressalta.

Construindo o futuro juntos

Mais do que controlar gastos ou dividir contas, o planejamento financeiro a dois representa uma ferramenta para fortalecer a parceria e construir objetivos em comum.

Em um momento em que o Dia dos Namorados convida casais a refletirem sobre o futuro, a especialista reforça que falar sobre dinheiro é também uma forma de demonstrar confiança, compromisso e responsabilidade.

“Planejar finanças a dois não é sobre controlar o outro. É sobre alinhar sonhos. Quando o casal aprende a falar sobre dinheiro, está, na verdade, desenhando o futuro que quer construir junto”, conclui Maria Clara Martins.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA