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A reciclagem e os benefícios à população e ao Meio Ambiente

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Nesta segunda-feira (05.06), duas datas importantes são celebradas: o Dia Nacional da Reciclagem e o Dia Mundial do Meio Ambiente. Duas pautas que estão em alta nas discussões acerca da preservação e conservação dos recursos naturais. Em Mato Grosso temos algumas iniciativas que têm dado certo. Uma delas é o programa de Recondicionamento de Equipamentos Eletrônicos (Recytec), desenvolvido pelo Governo do Estado por meio da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação, que tenho a honra de ser madrinha.

No Recytec os resíduos de equipamentos eletrônicos, como notebooks e computadores, que seriam descartados são reciclados. Recentemente 100 computadores recondicionados foram doados, promovendo uma troca importante entre o meio ambiente e o cidadão. Com o projeto, pelo menos 500 toneladas/ano de resíduos eletrônicos não serão descartadas na natureza.

Vale ressaltar que o processo de reciclagem é minucioso e requer algumas etapas, e uma delas é a separação dos resíduos de forma correta. Sem os protocolos ideais não faz muito sentido, porque o resíduo separado incorretamente acaba sendo descartado nos aterros controlados, lixões a céu aberto ou nas ruas e praças do país.

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Outro ponto importante que envolve a reciclagem é a Educação Ambiental, onde todo o processo que envolve a coleta, a triagem e o processamento dos resíduos são aplicados, por isso é importante envolver crianças e adolescentes para que se torne algo corriqueiro e cultural. Além de ajudar na preservação e na conservação do meio ambiente, reciclar também é uma fonte de renda.

Talvez para algumas pessoas a destinação correta dos resíduos sejam tarefas diárias difíceis, mas posso afirmar que isso não é uma mudança de estilo de vida tão dramática. Uma dica importante para começar a colocar em prática a reciclagem é começar observando o seu ambiente, em casa ou no local de trabalho, é notável que existem mais resíduos recicláveis do que não recicláveis, quando perceber isso vai ver que fazer essa separação é algo prazeroso.

E veja só, quanto mais reciclamos, mais diminuímos os custos com limpeza urbana, evitamos a poluição reduzindo as emissões de gases de efeito estufa que provocam a mudança climática global, e dessa forma garantimos um meio ambiente sustentável para as gerações futuras.

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Reciclar é um trabalho que eu comparo ao das formigas, um pouquinho daqui e um pouquinho dali e os resultados aparecem, o importante é cada um fazer a sua parte. Recicle, o planeta terra agradece!

Virginia Mendes é economista, primeira-dama de MT e voluntária na Unidade de Ações Sociais e Atenção à Família (UNAF).

Fonte: Governo MT – MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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