MATO GROSSO
Abílio isenta Stopa de responsabilidade no caso do Mercado do Porto e pede punição à empresa
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O prefeito eleito de Cuiabá, Abílio Brunini (PL), afirmou que não acredita que o atual vice-prefeito, José Roberto Stopa (PV), tenha responsabilidade direta pelo descarte irregular de entulho nas proximidades do Mercado do Porto, caso que resultou na prisão do gestor nesta quinta-feira (26). Abílio acredita que a responsabilidade recai sobre os engenheiros da empresa terceirizada contratada para a obra. Para afastar a culpa de Stopa, Abílio ressaltou que o vice-prefeito deve identificar à Justiça quem foi o autor do crime ambiental.
“Eu acho pouco provável que o secretário tenha ordenado uma pessoa, às vezes, o próprio engenheiro tomou a ideia de fazer (o descarte) por ali. Aquilo é uma obra terceirizada. Acho que a Dema tem que penalizar o dono da empresa para que ele possa responder sobre isso”, disse Abílio à imprensa nesta sexta-feira (27).
Stopa foi conduzido à Delegacia de Meio Ambiente (Dema) na quinta-feira (26) e liberado após audiência de custódia. Abílio admitiu que foi o autor da denúncia.
“A prisão é o cumprir da lei. O secretário de Obras (Stopa) é o responsável direto, foi conduzido e deve apontar os responsáveis. É claro que esse tipo de descarte não pode ser aprovado pela Prefeitura”, afirmou.
Abílio também cobrou uma última ação do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) antes do fim de sua gestão: “notificar a empresa responsável”.
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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