MATO GROSSO
Advogado do RJ condenado a mais de 40 anos de prisão é preso pela Polícia Civil em Cuiabá
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Entre os presos, o advogado A.C. G., condenado a 40 anos e três meses de reclusão pelo crime de estelionato pela 32ª Vara Criminal do Rio de Janeiro (RJ).
O advogado é acusado de fraudar documentos, usar petições em nome de falsos clientes, ou de clientes que não haviam sido lesados, e se utilizar de informações consideradas inverídicas contra empresas privadas (bancos e operadoras de telefonia). Se somados todos os casos, a fraude poderia chegar a mais de R$ 210 mil.
As investigações apontam que após ter a ordem prisão decretada no estado do Rio de Janeiro, o advogado veio para Mato Grosso, onde continuava advogando.
Em outra diligência, os policiais da Delegacia de Estelionato deram cumprimento ao mandado de prisão contra outro golpista, foragido do estado do Amapá.
O suspeito estava com mandado de prisão preventiva decretado pela Central de Garantias e Execução de Penas e Medidas Alternativas do Tribunal de Justiça do Amapá pelo crime de estelionato, além de ter um mandado de prisão em aberto por tráfico de drogas, expedido pela Segunda Vara Criminal de Cuiabá.
Após tomar conhecimento dos dois mandados de prisão em aberto e que os foragidos estavam residindo em Cuiabá, os policiais fizeram o levantamento dos endereços, onde os procurados foram localizados e tiveram as ordens judiciais cumpridas. Após as providências cabíveis, os presos foram colocados à disposição da Justiça.
Fonte: Governo MT – MT
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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