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Alta Floresta suspende aulas e exige passaporte da vacina

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A Prefeitura de Alta Floresta (803 km ao norte de Cuiabá) suspendeu as aulas presenciais, determinou a apresentação de cartão de vacina para entrada em estabelecimentos e impôs toque de recolher.

 

O novo decreto vem após uma notificação do Ministério Público Estadual (MPE) sobre a falta de ação do Executivo. As medidas valem até 3 de fevereiro.

 

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Segundo o documento, estão suspensas as aulas presenciais nas escolas públicas e privadas, com exceção das faculdades. Bares, lanchonetes e restaurantes poderão funcionar com limite de 50% da capacidade.

 

Entre as restrições também está a exigência do cartão de vacinação da covid, o chamado passaporte da vacina, para entrada em estabelecimentos que recebam grande público como cinemas, clubes de lazer, quadras poliesportivas, shows e festas.

As medidas incluem toque de recolher das 23h às 5h. As empresas também deverão medir a temperatura de todos que entrarem e impedir caso não esteja de máscara ou estiver com algum sintoma gripal.

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FONTE/ REPOST: THALYTA AMARAL – GAZETA DIGITAL 

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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