MATO GROSSO
Após festas de fim de ano, pronto-atendimento da Unimed atende média de 650 pessoas por dia
MATO GROSSO
Com festividades e aglomerações no fim do ano de 2021, mesmo com surto de gripe e pandemia da Covid-19, as unidades de saúde da rede pública tiveram um aumento significativo de pacientes. A situação não foi diferente na rede privada de Cuiabá.
A Unimed Cuiabá informou que antes das festividades do final de ano, o Pronto-Atendimento da cooperativa realizava, em média, 250 atendimentos por dia.
Nesta primeira semana de janeiro, a unidade já contabilizou cerca de 650 atendimentos por dia. Parte deste aumento, 2/3 em média, foram relacionados a sintomas de gripe.
A Unimed reforçou que além da pandemia de Covid-19, há a epidemia causada por outros vírus respiratórios como o Influenza, o que pode aumentar o número de casos atendidos no Pronto-Atendimento, gerando um maior tempo de espera.
As recomendações, que servem tanto para a Covid-19 quanto para a gripe por Influenza, é de que sejam seguidas as medidas de prevenção como o uso de máscaras e higienização das mãos.
No laboratório Inac também houve um grande aumento tanto na procura pelo exame quanto na positividade dos testes para Covid-19 e Influenza. A porcentagem de aumento fica entre 25% e 30% para o coronavírus. No caso de gripe chega a 50%. Os dados foram contabilizados entre o 27 de dezembro de 2021 até quarta-feira (5).
FONTE/REPOST: FABIANA MENDES – OLHAR DIRETO
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0