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Após “idas e voltas”, Cuiabá libera uso de máscaras em locais fechados

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O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), anunciou em live realizada nesta terça-feira (22) que o uso de máscara de proteção contra a Covid-19 será facultativo em ambientes fechados em Cuiabá. Porém, haverá algumas restrições visando proteger, principalmente, os grupos de risco.

Nesta terça, chegou a ser noticiado que o prefeito interino, José Roberto Stopa (PV), iria “liberar” a população do uso de equipamento de proteção. Contudo, pouco depois, afirmou que se reuniria com o Comitê de Enfrentamento à Covid-19 antes de anunciar a decisão.

Emanuel, que está de férias até o início da próxima semana, afirmou que era necessário ouvir um parecer técnico antes da edição do decreto. Com isso, ele citou que alguns grupos ainda terão que usar as máscaras.

A máscara ainda será obrigatória nas escolas. Além disso, deverão usar o equipamento de proteção idosos acima de 70 anos, imunossuprimidos e pacientes com comorbidades ainda não vacinados. Outros grupos poderão ser incluídos até a edição do decreto, que ocorrerá até a próxima quinta-feira.

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“É o comportamento do vírus que baliza as nossas decisões. Graças a Deus, estamos vencendo, com equilíbrio e responsabilidade, a pandemia em Cuiabá”, justificou Emanuel.

No início do mês, o Governo do Estado tornou facultativo o uso da máscara. Todavia, transferiu aos municípios a responsabilidade de editarem decretos sobre o tema de acordo com a realidade de cada cidade.

FONTE/ REPOST: GILSSON NASSER – FOLHA MAX

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Vereador Alex Rodrigues defende criação de comissão permanente para enfrentar aumento da população em situação de rua em Cuiabá

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O vereador Alex Rodrigues participou nesta quarta-feira (03), na Câmara Municipal de Cuiabá, de uma audiência pública destinada a discutir as causas do crescimento da população em situação de rua na capital e cobrar a elaboração de um plano de ação efetivo para enfrentar o problema.

O debate reuniu representantes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, além de integrantes do Ministério Público, Defensoria Pública e entidades da sociedade civil organizada. O objetivo foi promover uma ampla discussão sobre o tema e buscar alternativas para reduzir o número de pessoas vivendo nas ruas da cidade.

Durante a audiência, foram apresentados dados do Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), que revelam um aumento expressivo da população em situação de rua em Cuiabá nos últimos anos.

Segundo o levantamento, em 2025 a capital contabilizou 1.783 pessoas vivendo nas ruas. O número representa um crescimento superior a 2.775% em comparação com 2013, quando apenas 62 pessoas estavam registradas nessa condição.

Os dados reforçam a necessidade de políticas públicas integradas envolvendo assistência social, saúde, segurança pública, qualificação profissional e reinserção social.

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Alex Rodrigues propõe comissão permanente

Durante sua participação, o vereador Alex Rodrigues defendeu a criação de uma comissão permanente de enfrentamento à população em situação de rua, com a missão de reunir diferentes órgãos públicos e entidades para construir soluções práticas e duradouras.

Para o parlamentar, é necessário que o debate avance além das discussões institucionais e resulte em medidas efetivas que impactem diretamente a vida das pessoas em situação de vulnerabilidade.

“Essa discussão não pode ficar apenas no plenário. Precisamos transformar o debate em resultados reais nas ruas de Cuiabá, oferecendo dignidade, oportunidades e atendimento adequado para quem mais precisa”, afirmou.

Curitiba é citada como exemplo

Alex Rodrigues também destacou experiências bem-sucedidas desenvolvidas em outras cidades brasileiras. Entre os exemplos mencionados está Curitiba, que vem apresentando resultados positivos por meio de políticas públicas avançadas e ações integradas entre diferentes órgãos governamentais.

Segundo o vereador, Cuiabá pode adaptar iniciativas que já demonstraram eficiência em outras regiões do país, fortalecendo o acolhimento social e ampliando as oportunidades de reinserção para pessoas em situação de rua.

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Ao final da audiência, os participantes defenderam a continuidade do diálogo entre os poderes públicos e a sociedade civil para a construção de estratégias permanentes que contribuam para reduzir o problema e garantir mais dignidade à população vulnerável da capital.

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