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Aprovados no processo seletivo da Sedec devem entregar documentos até dia 17 de janeiro

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 Sedec convoca aprovados no processo seletivo para entrega de documentos

09 de Janeiro de 2025 às 18:20
Convocados têm até 17 de janeiro para enviar lista de documentos
Maria Júlia Souza | Sedec-MT
A | A

A Secretaria de Estado de Desenvolvimento de Mato Grosso (Sedec) fez a convocação dos 33 aprovados no processo seletivo da pasta, por meio de publicação no Diário Oficial do Estado, nesta quinta-feira (09.01). Os candidatos têm até o dia 17 de janeiro para enviar a documentação exigida pelo Anexo I do Edital.

Os aprovados devem encaminhar os documentos pelo formulário online disponibilizado pela Sedec neste link, no formato PDF, e aqueles que se candidataram para mais de uma vaga, em caso de aprovação, deverão optar entre uma delas. Dúvidas podem ser consultadas com o setor de Gestão de Pessoas da Secretaria pelo e-maill: gp@sedec.mt.gov.br.

A Sedec reforça que os classificados devem acompanhar as convocações do Processo Seletivo pelo Diário Oficial do Estado por meio do link, atentando–se aos prazos.

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Veja a lista de convocados:


Administrador – Ampla Concorrência

Andreia Barbosa da Silva
Doralice Gomes de Campos

Perfil Jurídico – Ampla Concorrência

José Roberto Franco de Campos
Francisco Dumont Goes de Carvalho Filho

 

Agrônomo – Ampla Concorrência

André Luiz Araújo da Silva
Contador – Ampla Concorrência

Cosmeilson Rodrigues Soares
Dania Estela Gomes Penha

 

Economista – Ampla Concorrência

Polliany Aparecida Lopes de Carvalho

 

Engenheiro Ambiental – Ampla Concorrência
Paulo Eduardo Gonçalves de Oliveira

 

Engenheiro Civil – Ampla Concorrência

Kaic Fernando Ferreira Lopes

Bárbara Bessa Silva Oliveira

 

Engenheiro de Minas – Ampla Concorrência

Tadeu Souza Pereira

Lorrana Dias Ferreira
Daiana de Araújo Oliveira

Otávio Henrique Gomes dos Santos

Diego Melo de Albuquerque

Leandro Silva Alves Cordeiro

Lucas Eduardo Vilela Santos

Helberte Braz Santos Pereira

Sérgio Eduardo de Almeida Lima

 

Engenheiro de Minas – Negros (Pretos e Pardos)

Lucas de Almeida Oliveira Santos

 

Geógrafo – Ampla Concorrência

Kaic Fernando Ferreira Lopes

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Geólogo- Ampla Concorrência

Gleice dos Santos Reis

Diego Ruan Rodrigues Cruz

Noemi Resende Maroni

Diogo Callori

Carla Coblinski Tavares

Letícia Alexandre Redes

Iara Sena Rocha

 

Geólogo- Negros (Pretos e Pardos) e PCD

Rejane Suellen da Silva Duarte

Simone Alves Rosa

Alvair Maria Almeida Ayres

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Especialista alerta: falta de diálogo sobre dinheiro pode comprometer a saúde financeira e até o futuro dos relacionamentos

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Quando o assunto é relacionamento, muitos casais conversam sobre casamento, filhos, carreira e planos para o futuro. No entanto, uma das pautas mais importantes para a construção de uma vida a dois ainda costuma ser deixada de lado: o dinheiro.

Questões relacionadas a orçamento doméstico, dívidas, investimentos e metas financeiras frequentemente se tornam fontes de conflitos quando não são discutidas de forma transparente. Especialistas apontam que a falta de diálogo sobre finanças está entre os fatores que mais geram desgaste emocional e tensão dentro dos relacionamentos.

Para a professora de Ciências Contábeis Maria Clara Martins, o problema vai além da simples organização financeira.

“Muitos casais evitam conversar sobre finanças. Isso acontece porque culturalmente associamos dinheiro a poder pessoal. Isso pode resultar em um dos parceiros esconder gastos, dívidas e receitas do outro — o que chamamos de infidelidade financeira. Situações como essa podem adicionar estresse constante e, muitas das vezes, são a razão para separações”, explica Maria Clara, da Faculdade Serra Dourada de Lorena.

Os erros financeiros mais comuns entre casais

Segundo a docente, a ausência de um planejamento financeiro compartilhado costuma levar a erros que poderiam ser evitados com uma simples conversa periódica sobre o orçamento familiar.

Entre os problemas mais frequentes está a inexistência de uma reserva de emergência para o casal. Sem esse recurso, situações inesperadas como desemprego, problemas de saúde ou despesas urgentes podem comprometer significativamente a estabilidade financeira da família.

Outro ponto de atenção são os gastos duplicados. A falta de alinhamento pode fazer com que ambos mantenham assinaturas, serviços ou despesas semelhantes sem necessidade, aumentando os custos mensais sem que percebam.

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Além disso, quando cada parceiro possui expectativas diferentes para o presente e para o futuro, surgem conflitos relacionados às prioridades financeiras.

“É importante ambos serem sinceros com seus planos para o agora e para o futuro e alinharem as expectativas. Quando existe clareza sobre os objetivos, as decisões financeiras passam a fazer mais sentido para os dois”, destaca.

Transformando dinheiro em ferramenta para realizar sonhos

Embora o tema ainda seja considerado delicado para muitas pessoas, a especialista defende que falar sobre dinheiro pode se tornar um hábito positivo e até motivador.

“Quando o dinheiro vira um instrumento para realizar sonhos juntos, a conversa deixa de ser chata e vira motivadora. Por isso, conversem sobre dinheiro pelo menos uma vez por mês, coloquem como um compromisso na agenda. Não é para brigar, é para comemorar as pequenas conquistas e continuar planejando”, orienta Martins.

Ela recomenda que o casal escolha uma ferramenta de controle financeiro que funcione para ambos, seja uma planilha, aplicativo ou planner. O importante é conseguir visualizar de forma clara quanto dinheiro entra e para onde ele está sendo direcionado.

Outra estratégia é estabelecer metas compartilhadas em diferentes horizontes de tempo:

Curto prazo: viagens, lazer e experiências;
Médio prazo: aquisição de veículo, reformas ou mudanças de residência;
Longo prazo: aposentadoria, educação dos filhos e independência financeira.

“Estudar sobre juros compostos e conhecer opções de investimentos também ajuda o casal a construir patrimônio de forma mais eficiente ao longo dos anos”, acrescenta.

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Conta conjunta ou separada? Especialista explica qual modelo funciona melhor

Uma dúvida comum entre casais diz respeito à administração das contas bancárias. Afinal, é melhor manter tudo separado ou centralizar as finanças?

De acordo com a especialista, não existe uma fórmula única. “Não existe modelo certo ou errado. O mais importante é que a escolha esteja alinhada ao perfil, à rotina e aos objetivos do casal.”

Ela explica que contas totalmente separadas costumam funcionar bem para quem valoriza autonomia financeira, mas podem dificultar a visualização do patrimônio construído em conjunto. Já a conta conjunta oferece maior integração, embora possa gerar conflitos quando os hábitos de consumo são muito diferentes.

Por isso, o modelo híbrido tem ganhado espaço entre especialistas e casais. “O modelo híbrido costuma ser o mais recomendado porque une organização e autonomia. Uma conta pode ser destinada às despesas da casa e às metas compartilhadas, enquanto cada pessoa mantém sua conta individual para gastos pessoais”, ressalta.

Construindo o futuro juntos

Mais do que controlar gastos ou dividir contas, o planejamento financeiro a dois representa uma ferramenta para fortalecer a parceria e construir objetivos em comum.

Em um momento em que o Dia dos Namorados convida casais a refletirem sobre o futuro, a especialista reforça que falar sobre dinheiro é também uma forma de demonstrar confiança, compromisso e responsabilidade.

“Planejar finanças a dois não é sobre controlar o outro. É sobre alinhar sonhos. Quando o casal aprende a falar sobre dinheiro, está, na verdade, desenhando o futuro que quer construir junto”, conclui Maria Clara Martins.

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