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Assembleia Legislativa homenageia Intermat pelos 50 anos e SINTAP-MT destaca legado dos servidores na construção fundiária do Estado

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso realiza nesta quinta-feira (27), às 19 horas, sessão especial em homenagem aos 50 anos do Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat). A solenidade, proposta pelo deputado Nininho, acontece no Plenário das Deliberações Deputado Renê Barbour e presta reconhecimento a servidores e personalidades que contribuíram para a consolidação da política fundiária no Estado.

O aniversário oficial do Intermat é celebrado nesta sexta-feira (28). Para o Sindicato dos Trabalhadores do Sistema Agrícola, Agrário, Pecuário e Florestal de Mato Grosso (SINTAP-MT), a data vai além da comemoração institucional: representa o reconhecimento de uma trajetória que ajudou a transformar o território mato-grossense e garantiu segurança jurídica a milhares de famílias.

Ao longo de cinco décadas, o Intermat tornou-se referência na regularização fundiária, organização territorial e redução de conflitos no campo, criando as bases para o desenvolvimento socioeconômico de Mato Grosso e fortalecendo o setor produtivo.

Servidor aposentado e atual diretor de Formação Política e Estudos Socioeconômicos do SINTAP-MT, além de vice-presidente eleito para a gestão 2026/2029, Francisco Aurélio destacou o papel coletivo dos trabalhadores que ajudaram a estruturar o órgão em seus primeiros anos.

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Segundo ele, o Intermat foi construído com esforço e superação. “No início, não havia estrutura nem tecnologia. Havia compromisso. A regularização fundiária feita naquele período foi decisiva para que Mato Grosso se tornasse referência nacional na produção de alimentos e no desenvolvimento”, afirmou.

Francisco Aurélio ressaltou ainda que o sentimento entre os servidores aposentados é de pertencimento e orgulho. “Cada servidor teve importância nesse processo, do motorista ao engenheiro, da área administrativa ao campo. Ninguém trabalhou esperando reconhecimento, mas quando ele vem, ele valoriza histórias, fortalece laços e honra uma trajetória construída com dedicação”, pontuou.

O SINTAP-MT parabeniza o Intermat pelos seus 50 anos e reafirma a defesa da valorização permanente dos servidores e do fortalecimento das políticas públicas que garantem acesso à terra, desenvolvimento sustentável e justiça social em Mato Grosso.

Por Márcia Martins
Assessoria de Comunicação do Sintap/MT

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Vereador Alex Rodrigues apresenta projeto de lei para proteger mulheres de violência sexual em hospitais de Cuiabá

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O vereador Alex Rodrigues apresentou na Câmara Municipal de Cuiabá um Projeto de Lei que estabelece medidas preventivas contra a violência sexual praticada contra mulheres em ambientes hospitalares. A proposta visa garantir que toda paciente tenha o direito de ser acompanhada por uma pessoa de sua confiança em consultas, exames, tratamentos e procedimentos cirúrgicos que envolvam sedação ou exposição do corpo.

Segundo Alex Rodrigues, a iniciativa nasce da necessidade de criar mecanismos de proteção para mulheres que, em situações de vulnerabilidade, especialmente sob efeito de sedativos, ficam mais expostas a riscos de abuso. O texto do projeto determina que hospitais, clínicas, laboratórios, consultórios e postos de saúde, tanto públicos quanto privados, não poderão impedir a presença de um acompanhante escolhido pela paciente.

O direito também vale para cirurgias eletivas, estéticas e exames que exijam sedação. Mesmo quando a equipe de atendimento for composta exclusivamente por profissionais mulheres, a paciente continuará tendo direito ao acompanhante.

Regras especiais para centros cirúrgicos e UTIs

O projeto de Alex Rodrigues também prevê exceções em áreas críticas, como centros cirúrgicos e unidades de terapia intensiva. Nesses casos, e apenas quando houver justificativa técnica relacionada à segurança, o acompanhante deverá ser obrigatoriamente um profissional de saúde. A suspensão temporária da presença do acompanhante só poderá ocorrer se houver interferência negativa no trabalho da equipe médica.

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A proposta estabelece ainda que a paciente deve ser informada previamente sobre o direito ao acompanhamento. Se isso não ocorrer, ela poderá remarcar o procedimento sem prejuízo. Em casos que envolvam sedação ou exposição do corpo, será obrigatório um termo declarando que a paciente tomou ciência dessa garantia.

O vereador também incluiu na proposta a autorização para que o Poder Executivo crie comissões de acompanhamento e fiscalização, responsáveis por monitorar o cumprimento da lei e levantar estatísticas sobre sua efetividade.

Na justificativa do projeto, Alex Rodrigues ressalta que a violência sexual no ambiente hospitalar, embora pouco discutida, é uma realidade preocupante. Situações de anestesia, sedação ou incapacidade momentânea de defesa colocam mulheres em posição de extrema vulnerabilidade, o que exige ações concretas do poder público para garantir segurança, dignidade e proteção.

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