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Atleta de 14 anos do programa de bolsa do Governo de MT é convocado para Sul-Americano de Tênis

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O tenista mato-grossense Livas Damazio foi convocado para representar o Brasil no Campeonato Sul-Americano de Tênis até 14 anos, em Tajira, na Bolívia. Livas é contemplado na categoria estudantil do Olimpus MT, programa da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) que oferece auxílio financeiro a atletas, paratletas, guias e técnicos de diversas modalidades esportivas. 

A competição ocorre entre os dias 6 e 11 de maio e é classificatória para o mundial da categoria, que será realizado no início de agosto em Prostejov, na República Tcheca. 

Para o pai do atleta, Livas Tarcílio Damazio, o Estado tem participação nessa conquista. “A Secel tem sido muito prestativa, sempre disposta a nos ouvir e tentar de alguma maneira nos ajudar a jogar circuitos durante todo o ano. Ainda tem o Olimpus que é um dos nossos braços mais fortes, pois as despesas do tênis são altas com materiais e viagens, e a gente vê no Governo do Estado um grande parceiro dessa conquista”, avaliou o pai.

Além disso, o esportista participará do Gira Europeia, organizada pela Confederação Sul-Americana de Tênis (COSAT) e que leva os principais atletas sul-americanos das categorias 14 e 16 anos para competir em torneios na Europa, entre os meses de junho e julho.

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“Nossa função é oferecer as melhores condições possíveis para que os nossos atletas se desenvolvam e alcancem o melhor nível competitivo. Estamos muito felizes em participar e ajudar nas conquistas da comunidade desportiva como um todo. O que antes era uma promessa para o esporte em Mato Grosso hoje é a concretização”, destacou o secretário da Secel. Jefferson Carvalho Neves.

Campeonato Sul-Americano de 14 anos

Segundo a Confederação Brasileira de Tênis (CBT), pelo sistema de disputa, os dez países que estarão competindo serão divididos em dois grupos e jogam todos contra todos (round-robin), com confrontos de duas simples e uma duplas, masculino e feminino.

Os primeiros colocados de cada grupo jogam a final e os segundos colocados fazem a disputa de terceiro e quarto lugar. Se classificam para o mundial os três países mais bem colocados em cada naipe (masculino e feminino). Além do Brasil, atletas da Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela participam do torneio.

Fonte: Governo MT – MT

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Especialista alerta: falta de diálogo sobre dinheiro pode comprometer a saúde financeira e até o futuro dos relacionamentos

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Quando o assunto é relacionamento, muitos casais conversam sobre casamento, filhos, carreira e planos para o futuro. No entanto, uma das pautas mais importantes para a construção de uma vida a dois ainda costuma ser deixada de lado: o dinheiro.

Questões relacionadas a orçamento doméstico, dívidas, investimentos e metas financeiras frequentemente se tornam fontes de conflitos quando não são discutidas de forma transparente. Especialistas apontam que a falta de diálogo sobre finanças está entre os fatores que mais geram desgaste emocional e tensão dentro dos relacionamentos.

Para a professora de Ciências Contábeis Maria Clara Martins, o problema vai além da simples organização financeira.

“Muitos casais evitam conversar sobre finanças. Isso acontece porque culturalmente associamos dinheiro a poder pessoal. Isso pode resultar em um dos parceiros esconder gastos, dívidas e receitas do outro — o que chamamos de infidelidade financeira. Situações como essa podem adicionar estresse constante e, muitas das vezes, são a razão para separações”, explica Maria Clara, da Faculdade Serra Dourada de Lorena.

Os erros financeiros mais comuns entre casais

Segundo a docente, a ausência de um planejamento financeiro compartilhado costuma levar a erros que poderiam ser evitados com uma simples conversa periódica sobre o orçamento familiar.

Entre os problemas mais frequentes está a inexistência de uma reserva de emergência para o casal. Sem esse recurso, situações inesperadas como desemprego, problemas de saúde ou despesas urgentes podem comprometer significativamente a estabilidade financeira da família.

Outro ponto de atenção são os gastos duplicados. A falta de alinhamento pode fazer com que ambos mantenham assinaturas, serviços ou despesas semelhantes sem necessidade, aumentando os custos mensais sem que percebam.

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Além disso, quando cada parceiro possui expectativas diferentes para o presente e para o futuro, surgem conflitos relacionados às prioridades financeiras.

“É importante ambos serem sinceros com seus planos para o agora e para o futuro e alinharem as expectativas. Quando existe clareza sobre os objetivos, as decisões financeiras passam a fazer mais sentido para os dois”, destaca.

Transformando dinheiro em ferramenta para realizar sonhos

Embora o tema ainda seja considerado delicado para muitas pessoas, a especialista defende que falar sobre dinheiro pode se tornar um hábito positivo e até motivador.

“Quando o dinheiro vira um instrumento para realizar sonhos juntos, a conversa deixa de ser chata e vira motivadora. Por isso, conversem sobre dinheiro pelo menos uma vez por mês, coloquem como um compromisso na agenda. Não é para brigar, é para comemorar as pequenas conquistas e continuar planejando”, orienta Martins.

Ela recomenda que o casal escolha uma ferramenta de controle financeiro que funcione para ambos, seja uma planilha, aplicativo ou planner. O importante é conseguir visualizar de forma clara quanto dinheiro entra e para onde ele está sendo direcionado.

Outra estratégia é estabelecer metas compartilhadas em diferentes horizontes de tempo:

Curto prazo: viagens, lazer e experiências;
Médio prazo: aquisição de veículo, reformas ou mudanças de residência;
Longo prazo: aposentadoria, educação dos filhos e independência financeira.

“Estudar sobre juros compostos e conhecer opções de investimentos também ajuda o casal a construir patrimônio de forma mais eficiente ao longo dos anos”, acrescenta.

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Conta conjunta ou separada? Especialista explica qual modelo funciona melhor

Uma dúvida comum entre casais diz respeito à administração das contas bancárias. Afinal, é melhor manter tudo separado ou centralizar as finanças?

De acordo com a especialista, não existe uma fórmula única. “Não existe modelo certo ou errado. O mais importante é que a escolha esteja alinhada ao perfil, à rotina e aos objetivos do casal.”

Ela explica que contas totalmente separadas costumam funcionar bem para quem valoriza autonomia financeira, mas podem dificultar a visualização do patrimônio construído em conjunto. Já a conta conjunta oferece maior integração, embora possa gerar conflitos quando os hábitos de consumo são muito diferentes.

Por isso, o modelo híbrido tem ganhado espaço entre especialistas e casais. “O modelo híbrido costuma ser o mais recomendado porque une organização e autonomia. Uma conta pode ser destinada às despesas da casa e às metas compartilhadas, enquanto cada pessoa mantém sua conta individual para gastos pessoais”, ressalta.

Construindo o futuro juntos

Mais do que controlar gastos ou dividir contas, o planejamento financeiro a dois representa uma ferramenta para fortalecer a parceria e construir objetivos em comum.

Em um momento em que o Dia dos Namorados convida casais a refletirem sobre o futuro, a especialista reforça que falar sobre dinheiro é também uma forma de demonstrar confiança, compromisso e responsabilidade.

“Planejar finanças a dois não é sobre controlar o outro. É sobre alinhar sonhos. Quando o casal aprende a falar sobre dinheiro, está, na verdade, desenhando o futuro que quer construir junto”, conclui Maria Clara Martins.

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