MATO GROSSO
Banda de escola estadual de MT viaja ao Rio de Janeiro para competição de fanfarras
MATO GROSSO
A Secretaria de Estado da Educação (Seduc-MT) está apoiando a banda com logística e recurso financeiro para que represente a Rede Estadual de Ensino no evento nacional.
Para o secretário de Estado de Educação, Alan Porto, o concurso em Silva Jardim é uma importante competição que reúne grupos de todo o país, promovendo a troca de experiências e o aprimoramento dos participantes. “Além disso, também visa valorizar a cultura e a arte das bandas e fanfarras, incentivando a prática musical nas escolas”.
Segundo o secretário, a Seduc entende a importância de incentivar a participação de seus estudantes em eventos que contribuem para o desenvolvimento artístico e cultural dos jovens. “As ações artísticas-pedagógicas desenvolvidas nas escolas da rede faz parte das políticas do Plano Educação 10 anos. Através do Projeto Educarte, fomenta o ensino e a aprendizagem de música nas escolas, em especial de bandas e fanfarras”.
O Educarte se modela na valorização da estética, da sensibilidade, da cultura e dos valores artísticos pertinentes ao capital cultural dos estudantes. Isso proporciona um ambiente escolar acolhedor e um forte sentimento de pertencimento a todos os atores envolvidos na educação.
Já são 105 Unidades Escolares em plena atividade artístico-pedagógica em Projeto Educarte e, com isso, a Seduc reforça o compromisso de incentivar e apoiar a prática musical nas escolas, valorizando o talento e a dedicação dos jovens músicos de Mato Grosso.

“Estamos ampliando gradativamente o Educarte, pois, por meio da performance musical coletiva, esta ação desempenha um papel extremamente relevante na formação cultural, social e intelectual dos nossos estudantes auxiliando-os no processo de ensino-aprendizagem”, acrescentou Alan.
Neste ano foram entregues 70 kits banda para escolas localizadas em todas as regiões.
De acordo com o coordenador do Projeto Educarte, professor Alex Teixeira, os novos instrumentos vão contribuir com abertura de mais vagas nas bandas e deixa-las mais equipadas para o 1º Festival de Bandas e Fanfarras que a Seduc está planejando para acontecer em 2024.
A banda
Os estudantes que compõem a Banda Marcial da Escola Estadual André Avelino Ribeiro aprendem a tocar instrumentos de percussão e sopro, através de partitura, de técnica instrumental e de performance musical coletiva. Além disso, o corpo coreográfico compõe a performance artística da banda com movimentos sincronizados às sonoridades da percussão e dos instrumentos de sopro.
Em setembro, a banda da ‘André Avelino’ foi campeão da 7ª Copa Centro-Oeste de Bandas e Fanfarras, em Sorriso, conquistando vários troféus: 1º lugar Corpo Musical de banda marcial, 1º lugar Corpo Musical de grupo de percussão sinfônico, 2º lugar de Regência, 3º lugar de Corpo coreográfico, 2º lugar de Baliza e o 3° lugar de Comandante Mór.
“Em Silva Jardim, o objetivo é trazer para Mato Grosso um dos troféus de 1º, 2º e ou 3° lugar. Estamos preparados para os quesitos que serão avaliados e premiados, como corpo musical, corpo coreográfico, pavilhão nacional, regente mor, baliza feminino, baliza masculino e regência”, finalizou o professor e regente da banda Lueder Bruno.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Qualidade de vida ganha protagonismo e muda o perfil dos empreendimentos imobiliários
Cinco anos depois da pandemia de Covid-19, as mudanças provocadas pelo período de isolamento social continuam influenciando a forma como as pessoas escolhem onde viver. Se antes a proximidade do trabalho e dos centros urbanos era um dos principais fatores na decisão de compra de um imóvel, hoje qualidade de vida, contato com a natureza, espaços amplos e bem-estar passaram a ocupar posição de destaque.
Essa mudança de comportamento tem sido percebida também pelo mercado imobiliário de Mato Grosso. Empreendimentos voltados ao conceito Home & Wellness, que privilegiam áreas verdes, lazer ao ar livre e ambientes que favorecem uma rotina mais equilibrada, vem despertando o interesse de famílias que buscam mais do que uma residência: procuram um novo estilo de vida.
Para o empresário do Grupo Tio Ico e sócio-investidor da Mangaba Urbanismo, Ricardo Gomes, esse movimento deixou de ser uma tendência para se tornar uma realidade consolidada.
“A pandemia fez as pessoas refletirem sobre o tempo que passam em casa e sobre a importância de viver em um ambiente que proporcione qualidade de vida. Hoje percebemos que o cliente valoriza muito mais espaços amplos, contato com a natureza, áreas para convivência e uma rotina menos acelerada. Não se trata apenas de comprar um terreno, mas de investir em um lugar onde seja possível viver melhor.”
Segundo ele, essa transformação também mudou a forma de planejar os empreendimentos.
“O mercado passou a olhar para projetos que priorizam experiências. Áreas verdes, lagos, espaços de lazer, infraestrutura para atividades ao ar livre e maior privacidade deixaram de ser diferenciais para se tornarem atributos cada vez mais desejados por quem busca um novo endereço”.
Ricardo, que também atua no agronegócio como sócio do Grupo Tio Ico, ressalta que a mudança no comportamento dos consumidores reflete uma transformação que vai além do mercado imobiliário.
“Hoje percebemos que as pessoas estão investindo mais em qualidade de vida. O imóvel deixou de ser apenas um patrimônio e passou a representar bem-estar, segurança e um ambiente propício para a convivência da família. Essa é uma tendência que veio para ficar e que influencia diretamente os novos empreendimentos.”
Um exemplo desse novo conceito é o Cenário dos Lagos Home & Wellness, desenvolvido pela Mangaba Urbanismo em Cuiabá. O empreendimento, que contará com o maior lago privado em condomínio fechado, foi concebido para integrar natureza, bem-estar e qualidade de vida em um único espaço, refletindo uma demanda crescente por moradias que favoreçam o equilíbrio entre trabalho, família e lazer.
Muito além da arquitetura
A valorização de imóveis com maior integração à natureza também encontra respaldo na psicologia. Para a psicóloga Rayssa Martins, a pandemia alterou profundamente a relação das pessoas com a própria casa, que passou a exercer um papel muito mais amplo na rotina.
“No cenário pós-pandemia, muitas pessoas passaram a perceber que a casa, o lar, deixou de ser apenas um ambiente de descanso, tornando-se também um espaço de trabalho e de convivência com a família e os amigos. Do ponto de vista da psicologia, o ambiente em que o indivíduo vive influencia diretamente o bem-estar emocional e, consequentemente, o bem-estar físico e até o comportamento das pessoas.”
Segundo ela, ambientes que favorecem o contato com a natureza e proporcionam espaços de convivência contribuem para uma rotina mais saudável.
“Locais que oferecem contato com a natureza, áreas de lazer, espaços de convivência e oportunidades para atividades ao ar livre podem favorecer a redução do estresse e da ansiedade, além de melhorar a qualidade do sono e incentivar hábitos de vida mais saudáveis. Embora a saúde mental seja resultado de diversos fatores, e não apenas do ambiente, ele pode atuar como um importante elemento de promoção da saúde mental e da qualidade de vida.”
Para a especialista, esse novo olhar ajuda a explicar por que tantas famílias passaram a priorizar empreendimentos que oferecem uma experiência de moradia mais conectada ao bem-estar, tendência que segue influenciando o mercado imobiliário mesmo anos após o período mais crítico da pandemia
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