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Batalhão Ambiental prende homem por extração e transporte ilegal de madeira

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Policiais militares do Batalhão Ambiental prenderam em flagrante um homem, de 42 anos, por extração e transporte ilegal de madeira, na tarde desta terça-feira (29.03), em Nova Olímpia. As lenhas, que seriam transportadas sem documentação de registro, foram apreendidas.

Por volta de 15h45, a equipe ambiental foi acionada para verificar uma denúncia de extração e transporte de madeira de lenha nativa, em uma reserva legal, na zona rural da cidade. No local, encontraram um caminhão carregado com a madeira e realizaram abordagem ao motorista.

Questionado, o suspeito informou que retirou a lenha da área de mata e que levaria para uma olaria na cidade, mas não informou qual seria o endereço da empresa. Perguntado ainda sobre a documentação para autorizar o transporte da madeira, o suspeito afirmou que não possuía.

Diante da situação de flagrante, o suspeito foi encaminhado para a Delegacia da cidade para registro da ocorrência e demais providências cabíveis. O material apreendido ficou sob responsabilidade da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Rural de Nova Olímpia. A carga apreendida foi medida em 25,55 estéreos de lenha.

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Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

 
Fonte: GOV MT

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Exposição-cápsula apresenta imagens de Olinda Altomare na Casa do Parque

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Abrindo a temporada de exposições 2026 da A Casa do Parque, a mostra fotográfica AURA NOIR será inaugurada nesta quinta-feira (28), às 19h, com entrada gratuita. A exposição marca a estreia da magistrada cuiabana Olinda Altomare na fotografia autoral.

Há quatro anos, ela encontrou na arte fotográfica uma forma de ampliar a percepção do mundo, transformando o ato de fotografar em uma experiência sensorial, contemplativa e de expressão artística.

A mostra reúne oito obras em preto e branco captadas em incursões pela Chapada e pelo Pantanal. Em vez do registro documental ou turístico, Altomare constrói imagens de forte densidade visual, nas quais água, mata, luz e animalidade ultrapassam a paisagem e assumem presença quase escultórica.

Ao optar pela subtração da cor, a artista reorganiza o olhar. O preto, o branco e os contrastes extremos condensam a imagem ao essencial. Uma cabeça de jacaré emerge da água como força silenciosa e ancestral.

Árvores se expandem como arquitetura orgânica. O céu estrelado deixa de ser horizonte para se tornar campo de imensidão. Mais do que uma exposição inaugural, AURA NOIR surge como um primeiro recorte de uma pesquisa imagética marcada pela contenção, pela atmosfera e pela permanência do visível.

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“Olinda constrói, em AURA NOIR, uma fotografia baseada em contenção, contraste e permanência. A subtração da cor intensifica a presença da paisagem e desloca o olhar para além do registro documental. Produzidas em fine art, com obras apresentadas também em grandes dimensões, as imagens ampliam a experiência visual e reforçam a relação entre escala e contemplação”, afirma Flávia Salem, idealizadora da Casa do Parque e curadora da exposição.

Em um tempo em que a fotografia frequentemente se dissolve na velocidade da imagem cotidiana, Olinda Altomare opera na direção contrária: desacelera o olhar e devolve peso à contemplação.

 

Serviço

Assunto: Exposição-cápsula apresenta imagens de Olinda Altomare na Casa do Parque

Horário: 28 de maio, às 19h

Local: A Casa do Parque – R. Maj. Severino de Queiroz, 455 – Duque de Caxias II, Cuiabá

Entrada franca

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