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Bope apreende 600 quilos de pasta base de cocaína em Várzea Grande

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O Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar apreendeu 600 quilos de pasta base de cocaína, na tarde desta quarta-feira (17.07), em Várzea Grande. Na ação, duas pessoas foram presas em flagrante por tráfico de drogas e outras três entraram em confronto com as equipes policiais.

Conforme o boletim de ocorrência, o setor de inteligência do Bope recebeu informações sobre a localização de um laboratório de drogas, em uma chácara na zona rural de Várzea Grande.

Os militares se deslocaram até a região informada e constataram os fatos da denúncia, flagrando a presença de seis criminosos no local.

Durante aproximação para abordagem, os criminosos iniciaram disparos de arma de fogo contra os militares, que revidaram a ação, atingindo três suspeitos. Ainda no local, duas pessoas foram detidas e uma fugiu pela região de mata.

Dentro do suposto laboratório de drogas, o Bope encontrou a presença de dezenas de tabletes de drogas do tipo pasta base de cocaína, totalizando 600 quilos de entorpecentes.

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Todo o material foi apreendido e recolhido, sendo encaminhado para a Central de Flagrantes de Várzea Grande, junto dos suspeitos detidos, para registro da ocorrência e demais providências.

Os criminosos que entraram em confronto com os militares foram socorridos e encaminhados ao Pronto Socorro Municipal de Várzea Grande. O estado de saúde não foi atualizado.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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