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Botelho discutirá armazenamento e moratória da soja na Assembleia Legislativa de Mato Grosso

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A falta de espaço para armazenagem de grãos nas propriedades rurais e a moratória da soja, foram alguns dos problemas apresentados, nesta semana, pelos representantes do setor produtivo para o deputado Eduardo Botelho (UNIÃO), presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Atualmente, só é (permitido)possível armazenar 0,5% da safra produzida no Estado. Isso significa que mais de 40 milhões de toneladas de milho e soja precisam ser exportados por falta de capacidade de armazenamento.

Atento à situação, Botelho afirmou que vai ampliar o debate no legislativo estadual e acompanhar, por meio de pesquisas e estudos técnicos, as pautas que afligem a economia do agronegócio. 

“Armazenar grãos em Mato Grosso é um problema sério. A produção tem sido muito maior do que a capacidade de armazenamento. Mas outros temas também necessitam de soluções, entre elas, a moratória da soja, que é muito prejudicial para os pequenos agricultores que cumprem o código florestal. Vamos ampliar essas discussões, aprofundar os estudos e chamar os deputados para nos ajudar a resolver essas questões”, destaca o presidente da Casa de Leis.

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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