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Brasiliense aplica maior goleada da história da Série D; sem placas, placar manual “trava” após o sexto gol

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O Brasiliense conquistou, na noite desta segunda-feira, uma vitória histórica na Série D. Em casa, no Estádio Serejão, a equipe goleou o já eliminado Interporto por 10 a 0 e estabeleceu a maior goleada da história da competição. Além do placar elástico, outro ponto que chamou a atenção nesta segunda-feira foi o placar do estádio, que “travou” depois do sexto gol dos donos da casa. O motivo? Manual, o placar não tinha placas que representassem os gols marcados depois do sexto. Assim, mesmo depois da dezena de gols, o placar mostrou vitória do Brasiliense por “apenas” 6 a 0.

Com a goleada histórica, o Brasiliense chegou a 20 pontos. A pontuação é a mesma do União Rondonópolis, quarto colocado do Grupo 5, que leva vantagem nos critérios de desempate (tem uma vitória a mais). De olho em uma vaga na segunda fase, o Brasiliense ainda faz mais dois jogos na primeira fase da Série D, contra Anápolis (fora de casa) e Operário-MT (em casa).

O jogo

 

O Brasiliense dominou as ações ofensivas desde o início da partida. Com Tarta e Joãozinho inspirados, os donos da casa não demoraram a criar as melhoras chances de gol do primeiro tempo. A equipe, porém, pecou no último passe e não conseguiu abrir o placar.

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Vereador Alex Rodrigues defende criação de comissão permanente para enfrentar aumento da população em situação de rua em Cuiabá

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O vereador Alex Rodrigues participou nesta quarta-feira (03), na Câmara Municipal de Cuiabá, de uma audiência pública destinada a discutir as causas do crescimento da população em situação de rua na capital e cobrar a elaboração de um plano de ação efetivo para enfrentar o problema.

O debate reuniu representantes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, além de integrantes do Ministério Público, Defensoria Pública e entidades da sociedade civil organizada. O objetivo foi promover uma ampla discussão sobre o tema e buscar alternativas para reduzir o número de pessoas vivendo nas ruas da cidade.

Durante a audiência, foram apresentados dados do Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), que revelam um aumento expressivo da população em situação de rua em Cuiabá nos últimos anos.

Segundo o levantamento, em 2025 a capital contabilizou 1.783 pessoas vivendo nas ruas. O número representa um crescimento superior a 2.775% em comparação com 2013, quando apenas 62 pessoas estavam registradas nessa condição.

Os dados reforçam a necessidade de políticas públicas integradas envolvendo assistência social, saúde, segurança pública, qualificação profissional e reinserção social.

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Alex Rodrigues propõe comissão permanente

Durante sua participação, o vereador Alex Rodrigues defendeu a criação de uma comissão permanente de enfrentamento à população em situação de rua, com a missão de reunir diferentes órgãos públicos e entidades para construir soluções práticas e duradouras.

Para o parlamentar, é necessário que o debate avance além das discussões institucionais e resulte em medidas efetivas que impactem diretamente a vida das pessoas em situação de vulnerabilidade.

“Essa discussão não pode ficar apenas no plenário. Precisamos transformar o debate em resultados reais nas ruas de Cuiabá, oferecendo dignidade, oportunidades e atendimento adequado para quem mais precisa”, afirmou.

Curitiba é citada como exemplo

Alex Rodrigues também destacou experiências bem-sucedidas desenvolvidas em outras cidades brasileiras. Entre os exemplos mencionados está Curitiba, que vem apresentando resultados positivos por meio de políticas públicas avançadas e ações integradas entre diferentes órgãos governamentais.

Segundo o vereador, Cuiabá pode adaptar iniciativas que já demonstraram eficiência em outras regiões do país, fortalecendo o acolhimento social e ampliando as oportunidades de reinserção para pessoas em situação de rua.

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Ao final da audiência, os participantes defenderam a continuidade do diálogo entre os poderes públicos e a sociedade civil para a construção de estratégias permanentes que contribuam para reduzir o problema e garantir mais dignidade à população vulnerável da capital.

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