MATO GROSSO
Câmara aprova convocação de diretor da Águas Cuiabá para explicar obras mal feitas
MATO GROSSO
A Câmara de Cuiabá aprovou nesta terça-feira (22) requerimento para convocar representante da Águas Cuiabá, concessionária de serviços de saneamento básico na capital mato-grossense. A convocação foi aprovada pelos vereadores por unanimidade. A data em que Figueiredo deve prestar esclarecimentos será marcada pelo presidente da Câmara, Juca do Guaraná Filho (MDB). Há um prazo regimental de 15 dias para o diretor ser ouvido.
Quem comparecerá à Câmara será o diretor da Águas Cuiabá , William Figueiredo. O requerimento de convocação aprovado pela Câmara foi feito pelo vereador Chico 2000 (PL), mas havia um pedido feito pelo vereador Dilemário Alencar (Podemos) desde setembro do ano passado.
Os vereadores pretendem questionar a concessionária por conta de obras de expansão da rede de esgoto e de distribuição de água na capital. Moradores reclamam que a empresa tem deixado buracos no asfalto e que as obras causam transtornos nos bairros, pois demoram a ser concluídas.
Segundo o requerimento, a Câmara também pretende saber em que estágio se encontra a execução dos Planos de Obras para universalização do abastecimento de águas e da coleta e tratamento de esgoto no município. O plano está previsto no contrato de concessão assinado entre a Águas Cuiabá e a prefeitura.
“Reclamações da população quanto à forma que a Concessionária vem abrindo valas e buracos nas ruas de Cuiabá, sem a devida qualidade na recomposição das vias pavimentadas, e não observando o prazo previsto na Lei Complementar nº. 481/2020”, diz trecho do requerimento.
FONTE/ REPOST: LÁZARO THOR BORGES – OLHAR DIRETO
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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