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Câmara de Cuiabá volta de recesso e analisa matérias

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Secom
A pauta de votação da primeira Sessão Ordinária do semestre que se inicia hoje, terça-feira, 01 de agosto, trouxe para a Ordem do Dia requerimentos de audiência Pública, requerimento de sessão solene, projetos de lei em segunda votação e pareceres emitidos por comissões permanentes. A Tribuna Livre foi utilizada pela supervisora da central de doações, Maria Helena Freire.
Fase única de votação
– Autor: vereador Chico 2000 (PL), para esclarecer a população sobre a legislação vigente, no que tange às políticas públicas delegadas às empresas privadas executoras dos serviços públicos relacionados a rodovias, portos, hidrovias, travessias, balsas, energia elétrica, transporte intermunicipal de passageiros, ônibus, gás natural e também ferrovias.
– Autor: vereador Chico 2000 (PL), para debater e promover ações de conscientização e esclarecimentos sobre diferentes formas de violência contra a mulher em referência à Lei nº 6.330/2018 que institui o Agosto Lilás como mês de proteção à mulher.
Projetos de Lei em segunda votação
– Autor: vereador Marcus Brito Jr. (PV), dá denominação de Rua Onercina Leopoldina da Silva à atual rua Salto do Céu e ou Rua 21 (Vinte e um) do bairro Tancredo Neves. Conhecida como Dona Tuti, a homenageada foi uma das fundadoras do bairro, no início da década de 1980. Por seu espírito comunitário, devido à falta de estrutura do bairro, cedeu cômodos de sua casa para instalação de um posto de serviços e assim atender a comunidade, justificou o vereador.
– Autor: vereador Dr. Luiz Fernando (REPU), dispõe sobre ações de controle e prevenção da tuberculose em Cuiabá. Doença infecciosa e transmissível causada por bactéria do complexo Mycobacterium tuberculosis.  A doença afeta prioritariamente os pulmões (tuberculose pulmonar), embora possa acometer outros órgãos e sistemas (tuberculose extrapulmonar). A transmissão ocorre pelo contato direto – tosse, espirro. Ambientes fechados, com pouca ventilação, favorecem a transmissão que não se dá, porém, pelo compartilhamento de roupas, lençóis, copos e outros objetos, justificou o vereador.
– Autor: vereador Mário Nadaf (PV), declara de utilidade pública municipal a Associação Anussim Shema Israel, Sinagoga de Cuiabá.
– Autor: vereador Renivaldo Nascimento (subscrito pelo vereador Ricardo Saad) (PSDB), dispõe sobre alteração da Lei nº 3.158, de 09 de julho de 1993. Projeto visa possibilitar que instituições que remuneram seus dirigentes que atuem efetivamente na gestão executiva da entidade, possam também ser declaradas como de utilidade pública, em conformidade com o Inciso VI do artigo 4º da Lei Federal nº 9.790, de 23 de março de 1999.
Parecer CCJR
A Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR),  deu parecer favorável à ao PL do vereador Mário Nadaf (PV), para a denominação de Adair Fimiano de Souza, ao complexo esportivo anexo ao centro comunitário localizado na Rua Rondônia, no Bairro Cidade Verde e PL de autoria do vereador Kássio Coelho (Patriota), para a inclusão da Feira de Missões no Calendário Oficial de Eventos da Capital.
Foram avalizados ainda a concessão de títulos e honrarias por meio de Decreto Legislativo.
Sessão Solene
– Autor: vereador Rogério Varanda (MDB), para entrega de moções de aplausos para os psicólogos hospitalares.
Obs.: a sessão pode ser assistida na íntegra em: https://www.youtube.com/watch?v=8SmAiFdhwSs
SECOM – Câmara Municipal de Cuiabá
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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