MATO GROSSO
Casa Barão sedia sarau com música e poesia nesta sexta-feira (11)
MATO GROSSO
O evento tem entrada gratuita, mas é preciso fazer inscrição para participar da oficina e do bate-papo com artistas e escritores. A programação começa às 15h, com a oficina Fábrica do Poema, que será ministrada por Caio Augusto Ribeiro. A atividade busca mostrar como é o fazer poesia a partir de processos não convencionais, como recortes de revistas e colagens.
Às 17h ocorre o Papo Cabeça – Palavragem, com participação dos poetas e escritores Caio Ribeiro, Aclyse de Mattos e Lívia Bertges. Este será um momento para público e artistas conversarem sobre processos criativos e os percursos da palavra.
O encerramento do Sarau será à noite, com show do Trio Bola de Ouro, a partir das 19h. O grupo é formado por João Marinho (Joãozinho do Cavaco – piano), Orlando da Guia Silva (saxofone) e Ju Baiana (cantora).
O Sarau Literomusical 100 + 1 é realizado desde janeiro deste ano, uma vez ao mês, pela Secel e Academia Mato-grossense de Letras (AML).
“Estamos super felizes pelo sucesso dessa iniciativa. Agradecemos a Secel por estar conosco, aos artistas que têm participado e ao público que tem prestigiado nossos saraus”, ressalta a presidente da AML, Sueli Batista.
Além do evento presencial, o público pode acompanhar a programação do Sarau pela internet, no canal do Youtube da AML.
Serviço
8º Sarau Literomusical 100 + 1
Data: 11 de agosto, a partir das 15h
Entrada gratuita
Local: Casa Barão de Melgaço, Academia Mato-grossense de Letras, rua Barão de Melgaço, 3869 (presencial).
Inscrições para oficina e bate-papo: (65) 9 8412 9090 (Zilda Carracedo) e (65) 99227-6215 (Ronaldo Silva), via Whatsapp
(Com informações da assessoria)
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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