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Centro Estadual de Cidadania passa a ter posto de atendimento do Corpo de Bombeiros

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¿O Centro Estadual de Cidadania (CEC), gerenciado pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), passa a contar, a partir desta segunda-feira (03.06), com um posto de atendimento do Corpo de Bombeiros Militar (CBM), por meio do 2º Batalhão. A unidade está localizada dentro do Várzea Grande Shopping, no segundo piso, e, desde a sua inauguração, em 2018, reúne em um só espaço físico serviços públicos com a finalidade de facilitar o acesso da população várzea-grandense.

De acordo com a superintendente de Articulação Institucional e Parcerias para Garantia de Direitos da Setasc, Patrícia Pereira, a unidade passou por uma reforma para garantir mais eficiência no atendimento ao público e, agora, recebe um novo parceiro.

“A reforma era necessária e trará benefícios a comunidade, principalmente aos cidadãos que vêm até aqui buscar atendimentos do Detran, da Politec e dos Sines municipal e estadual. Agora recebemos também o Corpo de Bombeiros Militar, que, por meio do 2º Batalhão, em Várzea Grande, vai ofertar diversos serviços especializados”, destacou Patrícia.

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O tenente-coronel BM e comandante do 2º Batalhão, Rogério Quinteiro Barcelos, explicou que, a partir da parceria entre a Setasc e a Secretaria de Segurança Pública de Mato Grosso (Sesp), a população poderá ter acesso de forma mais cômoda aos serviços prestados pela instituição.

“No Centro Estadual de Cidadania será disponibilizada toda a nossa estrutura da Seção de Segurança contra Incêndio e Pânico. Então, a população contará com serviços voltados à parte de segurança do incêndio e pânico, que é o projeto técnico certificado, o projeto permanente e as estruturas permanentes de eventos e shows, além de alvaráS e regularização contra incêndio e pânico”, esclareceu o comandante.

A secretária da Setasc, Grasi Bugalho, ressaltou que o Centro Estadual de Cidadania procura oferecer um atendimento de qualidade a todos aqueles que precisam dos serviços do Centro, e que, agora, poderá oferecer mais um serviço para a população de Várzea Grande.

“O CEC está disponível com a oferta do maior número possível de serviços públicos concentrados em um só espaço para atender da melhor forma aqueles que vêm em busca de atendimento. Em 2023 tivemos um número de atendimento muito expressivo e isso mostra como o espaço é importante para a população. Por isso, adotamos medidas para melhorar o espaço e trazer mais serviços essenciais para a população, por meio de parcerias com outros órgãos, como é o caso da Sesp”, concluiu.

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Em 2023, o CEC realizou 144.108 atendimentos, como emissão de documentos, intermediação de mão de obra e habilitação do seguro desemprego. Entre os destaques estão os serviços do Detran-MT, com mais de 82 mil atendimentos, como a abertura de processo e protocolo de entrega de CNH, captura de imagem, exame teórico, emissão de taxas, autenticação, dentre outros.

O atendimento ao público no CEC ocorre das 10h às 18h, de segunda-feira a sexta-feira. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (65) 3694-0503.

Fonte: Governo MT – MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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