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Ceope realizou mais de 12,7 mil procedimentos odontológicos no primeiro semestre deste ano

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O Centro Estadual de Odontologia para Pacientes Especiais (Ceope) realizou mais de 12,7 mil procedimentos entre janeiro e junho de 2023. A unidade é gerida pela Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT) e atua como referência no atendimento odontológico de pessoas com deficiência e no diagnóstico precoce do câncer de cabeça, pescoço e boca da população em geral.

“O Ceope é uma unidade fundamental para saúde pública do Estado. No local, os pacientes com deficiência são tratados com dignidade por profissionais especialistas e altamente capacitados. Investimos não só na qualidade do atendimento como também num espaço adaptado e moderno”, diz o secretário Estadual de Saúde, Gilberto Figueiredo.

Desde 2020, o Ceope atende em uma sede totalmente modernizada. Localizada em uma região estratégica de Cuiabá, no bairro Bosque da Saúde, a nova estrutura é acessível aos pacientes.  A SES investiu R$ 160 mil na reforma do prédio. Antes, a unidade atendia em um espaço cedido pelo Hospital do Câncer, na avenida do CPA.

O secretário adjunto de Unidades Especializadas da SES, Luiz Antônio Ferreira, ressalta que o Ceope se consolidou como referência no Estado ao longo de 18 anos de serviços prestados, completados nesta quarta-feira (26.07), em razão do atendimento acolhedor.

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“Os tratamentos ofertados são de acordo com a necessidade de cada paciente que já têm suas particularidades devido às deficiências, seja física ou intelectual. Nossos profissionais atuam de forma acolhedora, gentil, respeitosa e amorosa com cada um”, destaca Luiz.

O atendimento para pessoas com deficiência é disponibilizado somente para pacientes encaminhados via Sistema de Regulação (SISREG). Já a população em geral que precisa de exames de diagnóstico de câncer de cabeça, pescoço e boca pode procurar o local sem necessidade de regulação; a unidade funciona como porta aberta exclusivamente para este serviço.

Os serviços

Entre as especialidades ofertadas no Ceope para pacientes com deficiência estão endodontia, periodontia, cirurgia oral menor, dentística, prótese (total e/ou parcial removível) e odontotopediatria. Os profissionais do Ceope também prestam serviços para pacientes em home care e para os que precisam de anestesia geral.

A diretora do Ceope, Martha Maria Aquilino, conta que os pacientes são tratados de acordo com a necessidade que eles apresentam. Ela relata que há casos em que os profissionais precisam envolver o paciente com faixas estabilizadoras – uma espécie de cobertor, para ele se sentir seguro e confortável.

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No local, são atendidos diversos perfis de pacientes com deficiência. “Demoramos em média três horas no atendimento desse perfil de paciente, que precisa ser tratado de forma diferenciada, com paciência e ao lado de seus pais ou responsáveis”, conclui a gestora.

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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