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Cerveja combina com as sobremesas de Natal? Saiba como harmonizar a bebida preferida dos brasileiros com doces tradicionais da festa

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A ceia de Natal é sempre marcada por pratos tradicionais e muitas sobremesas. E, ao contrário do que muitos imaginam, a cerveja pode ser uma grande aliada na hora de acompanhar doces típicos da data. Com diferentes perfis de malte, notas aromáticas e níveis de amargor, a bebida é uma excelente aliada para realçar sabores, equilibrar dulçor e trazer novas camadas sensoriais à degustação.

A especialista sensorial do Grupo Petrópolis, Ana Paula Nicolino, reuniu dicas práticas para quem deseja surpreender na ceia, criando uma verdadeira experiência gastronômica. “Harmonizar sobremesas com cerveja é uma forma surpreendente e muito eficiente de valorizar os dois lados da combinação. A carbonatação, o amargor e o perfil de malte podem contrastar ou complementar o doce, deixando a degustação muito mais equilibrada”, explica.

Fique de olho nos detalhes
Segundo a especialista, não existe um rótulo universal que combine com todos os doces típicos do Natal. “Cada sobremesa exige um tipo de cerveja diferente. Algumas combinam por contraste, outras por semelhança. Por isso, não existe um rótulo neutro que funcione para tudo”, explica Nicolino.
A temperatura da cerveja também influencia no resultado. “O ideal é servir entre 6ºC e 8ºC. Muito gelada, a cerveja perde aroma e só se sente o ‘frio na boca’, prejudicando a harmonização, especialmente com doces mais delicados”, orienta.

Confira as sugestões preparadas pela especialista para surpreender na ceia:
Rabanada: A Red Lager, inspirada nas Vienna Lagers, traz notas de tosta e caramelo que combinam com a crosta açucarada da rabanada. O amargor contrasta a gordura da fritura e limpa o paladar.

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Indicação de harmonização: Black Princess Back to the Red

Panetone tradicional: A leveza e o frescor das cervejas de trigo equilibram a maciez do panetone. As notas de banana e cravo complementam as frutas cristalizadas sem exagerar no dulçor. A Weiss é perfeita para quem quer suavidade, pois equilibra sem competir, oferecendo uma experiência elegante.
Indicação de harmonização: Petra Weiss ou Black Princess Dr. Weiss.

Panetone recheado de chocolate: As notas de torra e café da Schwarzbier (cerveja escura) intensificam o sabor do chocolate, enquanto o amargor e a carbonatação equilibram a doçura e a textura do recheio.
Indicação de harmonização: Petra Schwarzbier.

Pudim de leite condensado: Sobremesas com caramelo pedem cervejas Bock, com malte caramelizado em sua formulação. A carbonatação quebra a textura cremosa e deixa o paladar limpo.
Indicação de harmonização: Black Princess Tião Bock

Manjar de coco: A Ditriguis traz contraste com leveza e refrescância. Já a Petra Stark Bier intensifica o sabor do coco e adiciona complexidade ao paladar.

Indicação de harmonização: Ditriguis ou Petra Stark Bier

Sobremesas com chocolate (mousse, brigadeirão, brownie): As notas torradas do estilo Bock -que remetem ao café – combinam naturalmente com chocolate, criando uma experiência aconchegante.
Indicação de harmonização: Black Princess Tião Bock.

Pavê tradicional (creme, biscoito e chocolate): Elegante e equilibrada, a cerveja escura também complementa o chocolate sem agregar dulçor excessivo. A carbonatação contrasta a gordura do creme, deixando o paladar limpo.
Indicação de harmonização: Petra Schwarzbier, Petra Premium ou Black Princess Dark.

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Torta de nozes: O malte caramelizado do estilo Vienna Lager harmoniza com o caramelo da sobremesa, enquanto as notas tostadas combinam com as nozes. A carbonatação modera a textura e traz equilíbrio.
Indicação de harmonização: Black Princess Back to the Red.

Banoffee: Cervejas com notas frutada destacam a banana e harmonizam por semelhança. Outro ponto importante é a carbonatação, que contrasta com o doce de leite e o chantilly, equilibrando a doçura.
Indicação de harmonização: Petra Weiss ou Black Princess Dr. Weiss.

Castanhas, amêndoas e frutas cristalizadas: Cervejas com notas mais acentuadas de malte, caramelo e pão tostados combinam perfeitamente com esses ingredientes típicos das festas de fim de ano.
Indicação de harmonização: Black Princess Tião Bock ou Petra Bock.

SOBRE O GRUPO PETRÓPOLIS – O Grupo Petrópolis é a única grande empresa do setor cervejeiro com capital 100% nacional. Produz as marcas de cerveja Itaipava, Petra, Black Princess, Cacildis, Cabaré, Vold X, Weltenburger, Crystal e Lokal; a cachaça Cabaré; a vodca Nordka; as bebidas mistas Cabaré Ice, Crystal Ice, Fest Drinks by Itaipava e Blue Spirit Ice; os energéticos TNT Energy e Magneto; os refrigerantes It!, Tik Tok e a Tônica Petra; a bebida esportiva TNT Sport; e a água mineral Petra. O Grupo possui oito fábricas em seis Estados e mais de 160 Centros de Distribuição em todo o País, sendo responsável pela geração de mais de 22 mil empregos diretos. Saiba mais no link e em @grupo.petropolisnas redes sociais.
Para mais informações:
Néctar Comunicação Corporativa – grupopetropolis@nectarc.com.br

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Grupo Nova Fronteira aprova plano de recuperação judicial com passivo superior a R$ 600 milhões

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Plano foi aprovado em todas as classes de credores e prevê financiamento DIP de R$ 13 milhões; credores também autorizaram novo período de proteção de 180 dias para apoiar a implementação da reestruturação

O Grupo Nova Fronteira teve seu Plano de Recuperação Judicial aprovado pelos credores em Assembleia Geral realizada nesta quarta-feira (26). A decisão representa um dos principais marcos do processo de reestruturação financeira do grupo, que reúne 112 credores e passivo superior a R$ 600 milhões.

A recuperação judicial, conduzida pela ERS Advocacia, envolveu negociações com credores de diferentes perfis, entre eles instituições financeiras públicas e privadas, cooperativas de crédito, fornecedores de insumos e equipamentos agrícolas e agentes financeiros.

O plano recebeu aprovação em todas as classes de credores. Nas classes Trabalhista e de Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (ME/EPP), a adesão foi de 100%. Entre os credores com garantia real, o índice de aprovação alcançou 84,18%, enquanto na classe dos quirografários chegou a 66,62%.

Entre as medidas previstas está a contratação de um novo financiamento DIP (debtor-in-possession) de R$ 13 milhões, destinado ao reforço do capital de giro. A operação já foi aprovada pelo Banco BTG, instituição com a qual o Grupo manterá relacionamento comercial.

Embora houvesse autorização judicial para requerer nova suspensão da assembleia por até 60 dias, o avanço das negociações ao longo do próprio dia permitiu que credores e devedores prosseguissem para a votação, culminando na aprovação do plano.

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Para Victor D’Elia, advogado responsável pela condução do processo, o resultado reflete a complexidade das negociações e a busca por uma solução capaz de conciliar a preservação da atividade econômica com os interesses dos credores.

“Esta foi uma das recuperações judiciais mais complexas em curso no Estado, não apenas pela dimensão do passivo, superior a R$ 600 milhões, mas principalmente pela natureza dos créditos, pelas garantias envolvidas e pela diversidade de credores. A aprovação em todas as classes demonstra que foi possível construir uma solução equilibrada, capaz de preservar a atividade do grupo e, ao mesmo tempo, considerar os interesses dos credores”, afirma D’Elia.

Credores aprovam novo período de proteção

Além do plano de recuperação, os credores aprovaram, por 73,01% dos créditos presentes e votantes, a concessão de um novo período de proteção de 180 dias.

A medida busca assegurar estabilidade durante a fase inicial de implementação do plano, preservando bens essenciais à atividade produtiva e evitando medidas expropriatórias que possam comprometer a operação e, consequentemente, a capacidade de cumprimento das obrigações assumidas na recuperação.

O resultado da assembleia também evidencia o papel cada vez mais relevante da negociação entre devedores e credores nos processos de recuperação judicial. Em reestruturações de maior complexidade, a construção de soluções consensuais tem se consolidado como instrumento central para compatibilizar a continuidade da atividade empresarial com a recuperação dos créditos.

Nova etapa para o Grupo Nova Fronteira

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Com mais de quatro décadas de atuação no agronegócio, o Grupo teve o processamento de sua recuperação judicial deferido em dezembro de 2024 pelo juiz Márcio Guedes, da Vara Especializada de Cuiabá -MT. Na ocasião, o passivo declarado era de R$ 594,3 milhões.

Superada a etapa de deliberação dos credores, o processo entra agora em uma nova fase, voltada à implementação das condições negociadas, ao cumprimento das obrigações previstas no plano e à continuidade das atividades produtivas.

Para João Paulo Marquezam, CEO do Grupo Nova Fronteira, a aprovação representa também uma sinalização ao mercado sobre a continuidade das operações.

“A aprovação passa uma mensagem importante para o mercado: o Grupo Nova Fronteira continua firme na atividade e superou o estado de crise. Depois de um processo longo e de negociações complexas, começa agora uma nova fase, que exige disciplina para cumprir o que foi negociado, manter a produção e reconstruir a relação de confiança com credores, fornecedores e parceiros comerciais”, afirma.

Atualmente, o grupo possui 25 mil hectares de área própria, dos quais 6 mil hectares são destinados ao cultivo de soja, além de estrutura com capacidade para 40 mil animais, entre pastagens e confinamento.

A manutenção dessa estrutura produtiva será um dos principais pilares da nova etapa da reestruturação, ao sustentar a geração de caixa necessária para a continuidade das operações e o cumprimento das obrigações estabelecidas no plano de recuperação judicial.

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