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Chico 2000 bate o pé e diz que não vai aceitar decisão de cima pra baixo

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A crise no PL de  Cuiabá está longe de ter um final feliz,  a cada dia o presidente do partido na capital  o vereador Chico 2000 dá sinais que não vai aceitar de guela baixo  a posição do partido a em relação à candidatura do  deputado federal Abílio Júnior (PL) a prefeitura de Cuiabá. 

Segundo Chico, Cuiabá “tem galo que canta” afirmando que ele é o responsável pela organização da legenda no diretório municipal. “Eu quero dizer que no terreiro municipal do PL tem um galo que canta. Ali não é do jeito que querem ou do jeito que acham que deve ser esse galo que canta. É o galo que paga o advogado, que paga o contador, que supre as despesas do diretório municipal”, afirmou o vereador, em entrevista ao site Conexão Poder.

O vereador afirmou que não vai aceitar ordens vindas de “cima para baixo”, caso contrário, pede que o expulsem do partido. “Então o que qualquer decisão que traz reflexo a esse diretório, que é comandado com respeito, com zelo, precisa ser conversado. Não pode vir de cima para baixo. Se for para vir de cima para baixo,  então intervenham, me expulsem e aí façam o que querem”, criticou.

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Nas eleições de 2020, o vereador foi o último dos 25 mais votados para o Legislativo Municipal, com 1.281. Na mesma eleição, o então vereador Abílio disputou a prefeitura, tendo inclusive vencendo o primeiro turno, mas sofreu uma virada no segundo turno das eleições, pendendo de 51,15%, contra seus 48,85%.

RBMT

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Planejamento da granja e vazio sanitário são fundamentais para fortalecer a sanidade na suinocultura, destaca especialista da Embrapa 

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O planejamento adequado das instalações, a produção em lotes e a adoção do vazio sanitário foram os principais temas abordados pelo analista da Embrapa Suínos e Aves, Armando Lopes do Amaral, durante palestra no 5º Simpósio da Suinocultura de Mato Grosso, evento realizado pela Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat). O especialista destacou que a organização da granja é um dos pilares para manter elevados padrões de sanidade e garantir melhores índices produtivos.

Segundo Amaral, uma granja bem planejada permite fortalecer a biosseguridade, conjunto de medidas voltadas para impedir a entrada de agentes infecciosos e reduzir a circulação de doenças dentro da propriedade.

“A instalação é a base de um bom programa sanitário. O ideal é que a granja seja cercada, bem isolada, com controle rigoroso da entrada de pessoas e que as diferentes fases de produção sejam organizadas em salas específicas. Além disso, é importante manter animais da mesma idade juntos, evitando que animais mais velhos transmitam doenças aos mais jovens”, explicou.

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O pesquisador ressaltou que o Brasil já possui um elevado padrão sanitário na produção de suínos, reconhecido internacionalmente, mas alertou que esse resultado exige vigilância constante.

“Chegar a um bom nível sanitário é importante, mas mantê-lo e buscar melhorias contínuas é ainda mais desafiador. Animais saudáveis apresentam melhor desempenho, maior ganho de peso e melhores resultados econômicos para o produtor”, afirmou.

Embora reconheça que muitas granjas mais antigas enfrentam limitações estruturais e altos custos para adequações completas, Amaral destacou que é possível adotar medidas de manejo capazes de reduzir significativamente os riscos sanitários.

Entre elas está a produção em lotes, organizando grupos de matrizes e leitões para que permaneçam juntos durante cada fase produtiva, respeitando o sistema “todos dentro, todos fora”. Essa estratégia facilita a realização do vazio sanitário entre os lotes, permitindo a limpeza, desinfecção e quebra do ciclo de transmissão de agentes causadores de doenças.

“Nem sempre é possível construir novas instalações imediatamente. Mas, mesmo em estruturas existentes, o produtor pode organizar os animais em lotes, manter grupos da mesma idade nas mesmas salas e realizar o vazio sanitário sempre que possível. São medidas que contribuem muito para preservar a sanidade do rebanho”, concluiu o especialista.

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Para o presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, levar especialistas da Embrapa ao simpósio reforça o compromisso da entidade com a difusão de conhecimento técnico que contribua para o fortalecimento da suinocultura mato-grossense.

“A sanidade é um dos maiores patrimônios da suinocultura brasileira e precisa ser preservada diariamente dentro das granjas. Trazer esse debate para o Simpósio permite que nossos produtores tenham acesso às melhores práticas e entendam que, muitas vezes, melhorias no manejo, no planejamento da produção em lotes e no cumprimento do vazio sanitário geram ganhos expressivos em produtividade e competitividade. A Acrismat trabalha justamente para aproximar o produtor dessas informações e fortalecer cada vez mais a cadeia produtiva em Mato Grosso”, afirmou Frederico Tannure Filho.

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