MATO GROSSO
Chico 2000 garante regularização fundiária a moradores do bairro Jd. Mariana
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Em visita ao bairro Jardim Mariana na noite desta quarta-feira (08.11), o presidente da Câmara de Cuiabá, vereador Chico 2000 (PL), garantiu a regularização fundiária a moradores de uma área ocupada há mais de 20 anos por cerca de 50 famílias.
“Primeiro, dizer que isso é obrigação nossa enquanto homem público, vereador eleito para representar e trabalhar para a população. Segundo que, antes de virmos até o bairro, fizemos os contatos que eram necessários e hoje temos o compromisso do prefeito Emanuel Pinheiro de que é justo regularizar esse espaço e manter essas pessoas que estão na área como proprietárias tituladas”, declarou Chico 2000.
Durante a reunião com os moradores, o parlamentar tomou conhecimento de uma outra área, que é particular e foi objeto de uma ação de usucapião, em que o judiciário decidiu a favor dos moradores. “Nós também traremos a Secretaria de Habitação para titular todos esses imóveis, em nome das mulheres que moram nessas residências. Isso é obrigação nossa, precisamos ouvir a população, fazer a nossa parte e nosso trabalho até porque fomos eleitos para isso”, informou o vereador.
Há mais de 23 anos moradora do bairro Jardim Mariana, Carla Margarete disse que a regularização fundiária é um sonho antigo aguardado por todos.
“É um sonho de todos nós e, aquele momento em que o vereador Chico 2000 disse que vai trazer a Habitação para regularizar onde a gente mora foi de uma felicidade enorme. Só tenho a agradecer, primeiramente, a Deus e quero agradecer também ao presidente da Câmara, do fundo do meu coração, em nome da comunidade dos moradores”, finalizou.
SECOM – Câmara Municipal de Cuiabá
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0