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Codem aprova R$ 241,2 milhões em investimentos do FCO Empresarial e FCO Rural

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O Conselho de Desenvolvimento Econômico (Codem) analisou 30 cartas-consultas para recursos do FCO Empresarial, cujo investimentos totalizam R$ 157,5 milhões, sendo R$ 124,3 milhões financiados com recursos do programa. O restante é contrapartida das próprias empresas. Os projetos vão promover 910 empregos diretos e 1.405 indiretos. A 21ª Reunião Extraordinária do Codem foi realizada na manhã desta quinta-feira (06), no Palácio Paiaguás.

Os projetos aprovados com FCO Empresarial contemplam cervejaria, empresa de agroferragens, hotel, auto elétrica, restaurantes, clínica médica, empresa de mineração, aviação agrícola, dentre outras atividades.

No FCO Rural, foram analisadas 38 cartas consultas do pequeno ao grande produtor rural que chegou a R$ 142,3 milhões em investimentos, sendo R$ 116,9 milhões financiados com recursos do fundo. Os R$ 25,4 milhões são contrapartida dos próprios produtores. Ao todo, os projetos devem gerar 193 empregos diretos e 183 empregos indiretos.

“Mato Grosso vive um bom momento de investimentos, geração de empregos, temos uma das menores taxas de desemprego do país. O Governo tem destravado o acesso à incentivos fiscais, há grandes empreendimentos em expansão com recursos do FCO e por outras fontes de financiamento também. A reunião de hoje retrata essa realidade”, disse o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, César Miranda.

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O Codem também deliberou a concessão de área de reserva no Distrito Industrial de Cuiabá para a Harpia Agroindustria Ltda, que fabrica alimentação para animais, e para a Producampo Indústria e Comércio de Cereais Ltda.

O investimento projetado pela Harpia é de R$ 1,8 milhões, gerando 15 empregos diretos e 20 indiretos. Já a Producampo projeta R$ 2,2 milhões em investimento e a geração de 20 empregos diretos e 30 indiretos.

Fonte: Governo MT – MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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