MATO GROSSO
Com foco em luxo, arte e bem-estar, Vernissage é o novo empreendimento da Corpal em Cuiabá
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Luxo não é ostentação. Luxo é propósito, cuidado e sensibilidade. É pensar em cada detalhe da rotina de quem vai morar, criando experiências que acolhem e emocionam. Essa é a essência do Vernissage, novo empreendimento da Corpal em Cuiabá, que marca a chegada da incorporadora à cidade com o conceito inédito de transformar moradia em obra de arte.
Assim como uma vernissage inaugura uma grande exposição, este projeto da Corpal abre as portas para uma nova forma de viver. Localizado em uma das regiões mais privilegiadas da cidade, o Vernissage foi concebido como uma verdadeira galeria viva, com ambientes climatizados, paisagismo autoral, irrigação automatizada e vista panorâmica para a cidade.
Cada metro quadrado foi desenhado para inspirar. O empreendimento apresenta uma proposta exclusiva de luxo funcional, com espaços que encantam pelo design e, ao mesmo tempo, facilitam o cotidiano. Um exemplo é a academia climatizada com vista direta para a brinquedoteca — uma solução inteligente que permite aos pais cuidarem do corpo enquanto acompanham, com segurança, o lazer das crianças.
O complexo esportivo também se destaca, com duas quadras de beach tênis e uma de tênis de saibro, todas cobertas e uma quadra de tenis descoberta garantindo conforto e bem-estar durante todo o ano.
Responsável pelos projetos arquitetônicos da construtora, o arquiteto Diego Prior explica que a premissa da Corpal é desenvolver espaços que resolvam o dia a dia das pessoas.
“Um bom projeto é aquele que entende a vida real. Não é só sobre beleza, mas sobre funcionalidade. No Vernissage, tudo foi pensado para que o morador tenha mais conforto, praticidade e liberdade para viver momentos únicos”, destaca.
Diego Prior ressalta ainda que, nos empreendimentos da Corpal, o luxo não está apenas nos materiais nobres, no paisagismo ou na imponência das fachadas:
“O verdadeiro alto padrão está nos detalhes que fazem a vida fluir com leveza, no uso inteligente dos espaços e na experiência completa de quem vai morar. É nisso que pensamos em cada empreendimento que lançamos”, finaliza o arquiteto.
Outros diferenciais completam a experiência: salão de festas, steakhouse, piscinas (adulta e privativa no Family Space), boliche, spa, lounge esportivo e muito mais — tudo com climatização e acabamentos de alto padrão.
No Vernissage, morar é sentir. É viver cercado de beleza, praticidade e arte. É transformar o ordinário em extraordinário, todos os dias.
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Grupo Nova Fronteira aprova plano de recuperação judicial com passivo superior a R$ 600 milhões
Plano foi aprovado em todas as classes de credores e prevê financiamento DIP de R$ 13 milhões; credores também autorizaram novo período de proteção de 180 dias para apoiar a implementação da reestruturação
O Grupo Nova Fronteira teve seu Plano de Recuperação Judicial aprovado pelos credores em Assembleia Geral realizada nesta quarta-feira (26). A decisão representa um dos principais marcos do processo de reestruturação financeira do grupo, que reúne 112 credores e passivo superior a R$ 600 milhões.
A recuperação judicial, conduzida pela ERS Advocacia, envolveu negociações com credores de diferentes perfis, entre eles instituições financeiras públicas e privadas, cooperativas de crédito, fornecedores de insumos e equipamentos agrícolas e agentes financeiros.
O plano recebeu aprovação em todas as classes de credores. Nas classes Trabalhista e de Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (ME/EPP), a adesão foi de 100%. Entre os credores com garantia real, o índice de aprovação alcançou 84,18%, enquanto na classe dos quirografários chegou a 66,62%.
Entre as medidas previstas está a contratação de um novo financiamento DIP (debtor-in-possession) de R$ 13 milhões, destinado ao reforço do capital de giro. A operação já foi aprovada pelo Banco BTG, instituição com a qual o Grupo manterá relacionamento comercial.
Embora houvesse autorização judicial para requerer nova suspensão da assembleia por até 60 dias, o avanço das negociações ao longo do próprio dia permitiu que credores e devedores prosseguissem para a votação, culminando na aprovação do plano.
Para Victor D’Elia, advogado responsável pela condução do processo, o resultado reflete a complexidade das negociações e a busca por uma solução capaz de conciliar a preservação da atividade econômica com os interesses dos credores.
“Esta foi uma das recuperações judiciais mais complexas em curso no Estado, não apenas pela dimensão do passivo, superior a R$ 600 milhões, mas principalmente pela natureza dos créditos, pelas garantias envolvidas e pela diversidade de credores. A aprovação em todas as classes demonstra que foi possível construir uma solução equilibrada, capaz de preservar a atividade do grupo e, ao mesmo tempo, considerar os interesses dos credores”, afirma D’Elia.
Credores aprovam novo período de proteção
Além do plano de recuperação, os credores aprovaram, por 73,01% dos créditos presentes e votantes, a concessão de um novo período de proteção de 180 dias.
A medida busca assegurar estabilidade durante a fase inicial de implementação do plano, preservando bens essenciais à atividade produtiva e evitando medidas expropriatórias que possam comprometer a operação e, consequentemente, a capacidade de cumprimento das obrigações assumidas na recuperação.
O resultado da assembleia também evidencia o papel cada vez mais relevante da negociação entre devedores e credores nos processos de recuperação judicial. Em reestruturações de maior complexidade, a construção de soluções consensuais tem se consolidado como instrumento central para compatibilizar a continuidade da atividade empresarial com a recuperação dos créditos.
Nova etapa para o Grupo Nova Fronteira
Com mais de quatro décadas de atuação no agronegócio, o Grupo teve o processamento de sua recuperação judicial deferido em dezembro de 2024 pelo juiz Márcio Guedes, da Vara Especializada de Cuiabá -MT. Na ocasião, o passivo declarado era de R$ 594,3 milhões.
Superada a etapa de deliberação dos credores, o processo entra agora em uma nova fase, voltada à implementação das condições negociadas, ao cumprimento das obrigações previstas no plano e à continuidade das atividades produtivas.
Para João Paulo Marquezam, CEO do Grupo Nova Fronteira, a aprovação representa também uma sinalização ao mercado sobre a continuidade das operações.
“A aprovação passa uma mensagem importante para o mercado: o Grupo Nova Fronteira continua firme na atividade e superou o estado de crise. Depois de um processo longo e de negociações complexas, começa agora uma nova fase, que exige disciplina para cumprir o que foi negociado, manter a produção e reconstruir a relação de confiança com credores, fornecedores e parceiros comerciais”, afirma.
Atualmente, o grupo possui 25 mil hectares de área própria, dos quais 6 mil hectares são destinados ao cultivo de soja, além de estrutura com capacidade para 40 mil animais, entre pastagens e confinamento.
A manutenção dessa estrutura produtiva será um dos principais pilares da nova etapa da reestruturação, ao sustentar a geração de caixa necessária para a continuidade das operações e o cumprimento das obrigações estabelecidas no plano de recuperação judicial.