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Com investimentos em tecnologia e ações estruturantes, MT está invertendo a curva do desmatamento ilegal, afirma secretária de Meio Ambiente

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A secretária de Estado de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti, destaca em entrevista especia, que Mato Grosso tem conseguido diminuir significamente os índices de desmatamento ilegal nos últimos anos. De acordo com ela, os investimentos em tecnologia feitos pelo Governo de Mato Grosso, como a utilização do sistema de satélite Imagens Planet, aquisição de equipamentos e capacitação de agentes foram cruciais para a queda do desmatamento ilegal mo Estado. 

“Conseguimos hoje saber com rapidez onde está ocorrendo o desmate ilegal, mandamos e-mail para os responsáveis avisando que detectamos o desmate, vamos até o local, apreendemos maquinários, aplicamos multas e embargamos a área. Com isso, impedimos que o desmate avance para grandes áreas.  Tudo isso tem feito a diferença na gestão ambiental”, explica, pontuando ainda que o planejamento das ações de combate ao desmate ilegal e incêndios florestais já começou. 

“No ano de 2021, os R$ 73 milhões investidos já contemplaram a aquisição de infraestrutura para combate bastante expressiva, como aeronaves e equipamentos permanentes. Logo, o investimento deste ano, que será de R$ 64 milhões, terá como foco a operação abafa e a estruturação do combate. Isso demonstra que o Estado está ampliando a sua capacidade de resposta no período mais crítico visando a melhoria das questões ambientais, a saúde da população, e a preservação do meio ambiente”, completa Mauren. 

A secretária também destaca o trabalho do governo para agilizar as licenças ambientais. Segundo ela, até o segundo semestre deste ano todo o licenciamento será digital, assim como os processos de responsabilização de infratores.

“O governador Mauro Mendes nos deu a missão de tornar o órgão mais eficiente, com processos internos que funcionem, e que isso reflita em um melhor atendimento ao cidadão. Desde então, atuamos para digitalizar todos os processos da Sema. Com a modernização, o usuário pode, de qualquer lugar do mundo, protocolizar um requerimento de licenciamento, de outorga, e CAR”, destaca. 

Confira a íntegra da entrevista:

Secretária, historicamente uma das maiores críticas à Sema sempre foi a demora para a concessão das licenças ambientais. O que a gestão tem feito para melhorar o tempo de análise dos processos? 

Certamente, o cenário para quem busca os serviços da Sema é outro, com um tempo de resposta bem inferior ao de quando recebemos o governo, em 2019. O governador Mauro Mendes nos deu a missão de tornar o órgão mais eficiente, com processos internos que funcionem, e que isso se reflita em um melhor atendimento ao cidadão. Desde então, implantamos uma gestão por resultado para finalizar os processos no menor tempo possível.

Alteramos a legislação e temos mais de 100 empreendimentos de baixo impacto que podem fazer a Licença por Adesão e Compromisso (LAC), em um tempo médio de análise da Sema de três dias. Este foi o maior salto no tempo de espera do empreendedor, já que antes ele deveria fazer o licenciamento convencional, que demorava mais de 230 dias em 2018. Destaco que esse licenciamento atualmente é todo digital, pela internet, realizado por meio do Sistema SIGA.

O licenciamento ambiental convencional saiu da casa dos 230 dias de espera em 2018, para cerca de 100 dias em 2022. O empreendedor já percebe que a Sema está mais eficiente e o licenciamento ambiental mais rápido. Hoje não recebemos mais pedidos dos empreendedores para que o seu processo seja analisado, é uma dinâmica completamente diferente, a maioria dos atendimentos são para prestar orientações sobre os novos sistemas digitais de licenciamento implementados. 

Por falar em sistemas digitais, quais os serviços da Sema que o cidadão já pode acessar pela internet? Como essa digitalização dos processos impactou a secretaria? 

O Estado investiu R$ 24,5 milhões no programa Sema Digital e trouxe serviços digitais para o cidadão, com a reformulação e modernização dos sistemas que atendem aos usuários do licenciamento ambiental e do Cadastro Ambiental Rural. O objetivo da melhoria dos sistemas da Sema é facilitar o acesso ao cidadão. Com a modernização, o usuário pode, de qualquer lugar do mundo, protocolizar um requerimento de licenciamento, de outorga, e CAR.

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O primeiro passo foi melhorar o acesso. No segundo momento, ele tem transparência e tem ao alcance das mãos todos os seus atos na página da secretaria. Tanto as peças técnicas, quanto os pareceres, as autorizações que são emitidas. Além de facilitar esse acesso, o cidadão poderá ter condições de visualizar o andamento do seu processo, com economia de tempo e recursos públicos. Posso afirmar que a Sema está muito mais eficiente.

Temos disponíveis para o cidadão a Licença por Adesão e Compromisso (LAC), Licença Ambiental Simplificada (LAS), a emissão de taxas para pagamento, o Cadastro Ambiental Rural (CAR), e o último módulo que lançamos, que permite os pedidos de uso e outorga de água. Também temos o licenciamento florestal, a autorização de queima controlada, e a emissão de taxas pela internet.

 

Essa mudança do processo físico para digital significa muito mais do que digitalizar papel. São sistemas complexos que automatizam os processos, têm bases de dados integradas que interagem com informações de geoespacialização, de solo, vegetação, em camadas de informação para auxiliar na eficiência e qualidade da análise. 

A digitalização completa da Sema está em andamento. Teremos todos os processos de responsabilização e do licenciamento  digitais no licenciamento, e esperamos que isso aprimore os processos da Sema. Mesmo com os processos físicos estamos chegando perto de analisar os autos de infração dentro do ano em que foram emitidos, e a equipe trabalha para zerar a fila dos processos.

Todos esses serviços mudaram a forma com que alcançamos resultado, porque permite também um controle automático de todos os processos e de produtividade, com relatórios gerenciais. Isso também traz um melhor ambiente de trabalho para os servidores da secretaria, que antes tinham que preencher planilhas e relatórios diariamente. Os recursos são do Programa REM, do Fundo da Amazônia, e do Programa Mais MT. 

Tivemos em anos anteriores uma situação de emergência ambiental com incêndios florestais de grandes proporções. Em 2021 houve um investimento expressivo de R$ 73 milhões, e uma redução de focos de calor. O que o Estado está fazendo para a prevenção e o combate aos incêndios neste ano? 

Assim como em anos anteriores, desde janeiro trabalhamos no Plano de Ação para combate e prevenção aos incêndios e desmatamento ilegais, que já está em execução. A exemplo do que já executamos no ano passado, e que já promoveu diversos resultados positivos como a redução de mais de 82% de focos de calor no Pantanal, que era um dos biomas mais atingidos, executamos ações que se iniciaram no mês de fevereiro para a prevenção. Estas ações vão desde a orientação ao cidadão, como capacitação de brigadistas rurais, para pilotos agrícolas, campanhas de educação ambiental em comunidades rurais, tradicionais, e ribeirinhas. E as ações de preparação para o período de combate efetivo, que são meses do ano em que é proibido o uso do fogo.

Também já iniciamos as aquisições para o período de enfrentamento, que se inicia possivelmente no mês de junho. Temos R$64 milhões sendo investidos no combate ao desmatamento e incêndios florestais neste ano. No ano de 2021, os R$73 milhões investidos já contemplaram a aquisição de infraestrutura para combate bastante expressiva, como aeronaves e equipamentos permanentes. Logo, o investimento deste ano terá como foco a operação abafa e a estruturação do combate. Isso demonstra que o Estado está ampliando a sua capacidade de resposta no período mais crítico visando a melhoria das questões ambientais, a saúde da população, e a preservação do meio ambiente. 

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Pelo monitoramento feito neste ano em parceria com o Corpo de Bombeiros e Ministério Público, vemos que o cenário é muito diferente dos anos anteriores com relação ao volume de chuvas. Sobrevoamos duas vezes o pantanal recentemente, e  observamos uma significativa melhora no ambiente, os rios estão bem cheios, e as Baías de Chacororé e Siá Mariana já mostram um restabelecimento do comportamento hidrológico. O objetivo é que o Estado continue adotando as medidas técnicas e científicas para a prevenção dos incêndios, e permaneça monitorando o Bioma para verificar os resultados. 

O desmatamento ilegal é uma preocupação mundial, e Mato Grosso declara tolerância zero aos ilícitos ambientais. Como o Estado atua para preservar a floresta e quais os resultados alcançados? 

Historicamente Mato Grosso sempre figurou entre o primeiro e segundo lugar no desmatamento. Agora o Pará e a Amazônia estão em primeiro e segundo lugar na área  desmatada, pela primeira vez, e Mato Grosso caiu para o terceiro lugar entre os estados da Amazônia Legal. Fica muito claro para nós que invertemos a curva do desmatamento com tecnologia, investimento e estruturação das ações de fiscalização. Conseguimos hoje saber com rapidez onde está ocorrendo o desmate ilegal, mandamos e-mail para os responsáveis avisando que detectamos o desmate, e se não houver, vamos até o local, apreendemos maquinários, aplicamos multas e embargamos a área.

Com isso, impedimos que o desmate avance para grandes áreas. Tudo isso tem feito a diferença na gestão ambiental, e também tem o efeito educativo de que o crime ambiental não compensa em Mato Grosso. Foram mais de 9 mil autos de infração contra infratores, e mais de R$4,1 bilhão em multas nos últimos três anos. Quero deixar claro que todo esse projeto é contra o desmatamento ilegal. 

 
 

O governador Mauro Mendes determinou que a tolerância do Estado é zero com os crimes ambientais. Mato Grosso estrutura as suas ações para consorciar a preservação da nossa biodiversidade, e a produção. Mostramos para o mundo que temos 62% do território preservado e um dos maiores produtores de alimentos do mundo. Desta floresta, cerca de 28% estão em áreas privadas. 

Também é essencial para este trabalho a união de diversos órgãos, por meio do Comitê Estratégico para o Combate do Desmatamento Ilegal, Exploração Florestal Ilegal e aos Incêndios Florestais, o CEDIF-MT, que é presidido pelo governador Mauro Mendes. 

Mato Grosso é referência nacional na implementação do Cadastros Ambiental Rural, e isso impacta diretamente na regularização ambiental. Qual a situação atual das análises do CAR?

Sem dúvidas Mato Grosso é o Estado com melhor performance nas análises do CAR, o que possibilita avanços no cumprimento do Código Florestal. Temos atualmente mais de 50 mil cadastros analisados pela Sema, que representa 41% da área cadastrável do estado, e dez vezes mais que a média nacional. Em dezembro, o Serviço Florestal Brasileiro divulgou que apenas 4% do CAR do País passaram por análise. Veja bem, estamos falando apenas de análises do cadastro, enquanto no nosso estado já avançamos na validação.

Implementamos mais uma melhoria no sistema Simcar recentemente que servirá para tornar mais célere a análise e colaborar para aumentar as validações. Agora a análise será em fase única, e o cadastro já deve ter o Plano de Regularização Ambiental. O CAR que está com essa pendência não pode avançar para a validação. 

Anunciamos também um processo seletivo para a contratação de 55 analistas de meio ambiente que irão reforçar as análises do CAR. Esta é uma medida essencial para que possamos avançar ainda mais nesta política tão importante tanto para o cidadão, quanto para o meio ambiente.

Fonte: GOV MT

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Dia Internacional da Cerveja: conheça o que diferencia estilos como Pilsen, IPA, Weiss e Ultra

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Celebrado na primeira sexta-feira de agosto, o Dia Internacional da Cerveja é uma oportunidade não só para brindar, mas também para conhecer mais sobre a história e características de uma das bebidas mais apreciadas do mundo. Muito além da preferência por uma marca, o universo cervejeiro reúne diferentes famílias, estilos, processos de produção e características sensoriais que influenciam diretamente a experiência de consumo.

O interesse do brasileiro pelo universo cervejeiro cresceu nos últimos anos, impulsionando a busca por informações sobre diferentes estilos e formas de consumo. Embora nomes como Pilsen, Lager, IPA, Weiss e Ultra façam parte do vocabulário de muitos brasileiros, ainda há dúvidas sobre o que realmente diferencia cada um deles. Fermentação, intensidade dos aromas, corpo, amargor e até origem dos estilos ajudam a explicar por que cada cerveja oferece uma experiência diferente.

“Hoje o brasileiro quer conhecer mais sobre aquilo que consome. Entender por que uma cerveja tem determinado aroma, o que muda entre uma Pilsen e uma IPA ou descobrir como a fermentação influencia o resultado final e torna a experiência muito mais interessante. Não existe um estilo melhor que outro, sempre tem aquele que combina mais com o gosto do consumidor e com cada ocasião”, comenta Ana Paula Nicolino, especialista em análise sensorial do Grupo Petrópolis.

Lager, Ale… afinal, qual é a diferença?
Antes de conhecer os principais estilos, vale entender que grande parte das cervejas comerciais são classificadas em duas grandes famílias: Lager e Ale.

A principal diferença entre elas está na fermentação. As cervejas Lager utilizam leveduras que trabalham em temperaturas mais baixas, em um processo conhecido como baixa fermentação, que resulta em bebidas normalmente mais leves, refrescantes e de sabor equilibrado.

Já as cervejas Ale utilizam o processo de alta fermentação, realizada em temperaturas mais elevadas. Esse processo favorece a formação de aromas mais intensos e perfis sensoriais mais complexos.

Dentro dessas famílias surgem os diversos estilos conhecidos pelo consumidor, como Pilsen, IPA e Weiss.

American Lager: o estilo que muitos brasileiros chamam de Pilsen

No Brasil, é comum que cervejas do estilo American Lager sejam chamadas popularmente de “Pilsen”. Apesar da associação, os dois estilos não são exatamente iguais. A American Lager tornou-se o estilo mais consumido no mundo, representando mais de 90% de toda a produção global de cerveja.

Sua principal característica é o equilíbrio entre refrescância, leve amargor e notas suaves de malte, tornando-a extremamente versátil. Por apresentar um perfil leve, costuma acompanhar bem pizzas, hambúrgueres, sanduíches, petiscos, carnes brancas e frutos do mar, sem se sobrepor aos sabores dos alimentos.

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A verdadeira Pilsen (em português, Pils em alemão) tem sua origem na República Tcheca no século XIX. Reconhecida pela alta lupulagem, que lhe confere um amargor acentuado, a cerveja pilsen ganhou notoriedade por ser, à época, uma cerveja clara.

Puro Malte: mais destaque para o malte
Embora “Puro Malte” não seja um estilo de cerveja, mas uma classificação relacionada aos ingredientes utilizados na produção, o termo se tornou bastante conhecido entre os consumidores brasileiros.

Produzidas exclusivamente com malte de cevada, água, lúpulo e levedura, as cervejas Puro Malte costumam apresentar maior percepção do sabor do malte, corpo equilibrado e aromas mais evidentes.

São opções versáteis para diferentes ocasiões de consumo e costumam acompanhar carnes grelhadas, massas e queijos leves.

IPA: personalidade marcada pelo lúpulo
Um dos estilos que mais cresceram em popularidade nos últimos anos é a India Pale Ale (IPA), pertencente à família Ale. Segundo O Guia Oxford da Cerveja, de Garrett Oliver, ela surgiu por problemas logísticos no século 19. Os colonizadores britânicos tinham as cervejas estragadas ao longo de suas viagens à Índia, então encontraram a solução de colocar uma concentração maior de lúpulo, que age como conservante natural e dá mais amargor, e de álcool, para que a bebida suportasse as longas viagens marítimas sem perder qualidade.

Seu diferencial está na maior presença do lúpulo, ingrediente responsável por aromas cítricos, florais e frutados, além de um amargor mais pronunciado quando comparado às Lagers tradicionais.

Consumidores que apreciam sabores mais intensos costumam encontrar na IPA uma excelente opção para momentos de degustação ou refeições de sabor marcante, como hambúrgueres artesanais e carnes grelhadas.

Weiss: tradição das cervejas de trigo
Outro representante da família Ale é a Weissbier, tradicional cerveja de trigo originária da Alemanha.

Elaborada com significativa proporção de trigo em sua composição, ela apresenta espuma abundante, textura cremosa e aromas que remetem a banana e cravo, características aromáticas produzidas durante a fermentação e sem adição desses ingredientes.

Por seu perfil delicado e refrescante, combina especialmente com peixes, frutos do mar, saladas e carnes brancas.

Ultra: leveza para diferentes momentos
As cervejas da categoria Ultra ganharam espaço no mercado ao atender consumidores que procuram bebidas mais leves, sem abrir mão da qualidade e do sabor. Em geral, as cervejas Ultra se apresentam com menor teor alcóolico e menos calorias, acompanhando uma tendência mundial de diversificação das opções disponíveis e alinhadas ao movimento de busca por escolhas mais leves.

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O Grupo Petrópolis passou a atuar nesse segmento com o lançamento da Petra Ultra, cerveja puro malte, apenas 67 calorias na lata de 269 ml. Desenvolvida para acompanhar as novas preferências do consumidor brasileiro, ela combina leveza, refrescância e sabor, mantendo as características esperadas de uma cerveja premium.

Seu perfil harmoniza naturalmente com saladas, peixes, grelhados e carnes brancas.

Zero álcool: novas possibilidades para apreciar uma boa cerveja
Nos últimos anos, a categoria de cervejas zero álcool deixou de atender apenas consumidores com restrições ao consumo de bebidas alcoólicas e passou a conquistar espaço entre pessoas que desejam ampliar as ocasiões de consumo, seja antes de dirigir, na prática de atividades físicas ou em encontros sociais. Olhando para os números do mercado, as cervejas zero cresceram cerca de 13% em volume em 2025 no Brasil.

A evolução tecnológica permitiu que as cervejas sem álcool mantivessem aromas, corpo e sabor cada vez mais próximos das versões alcóolicas tradicionais, tornando essa categoria uma das que mais evoluíram no mercado cervejeiro.

Entre os lançamentos mais recentes, encontramos a Black Princess Zero, uma cerveja puro malte, 0% álcool e sem glúten, desenvolvida para proporcionar uma experiência sensorial semelhante à da versão original da família Lager.

Independentemente do estilo, conhecer as características de cada cerveja ajuda o consumidor a descobrir novas combinações de sabores e aproveitar diferentes ocasiões de consumo. No Dia Internacional da Cerveja, a principal dica dos especialistas é experimentar novos estilos e descobrir aquele que melhor combina com o seu paladar.

 

SOBRE O GRUPO PETRÓPOLIS – O Grupo Petrópolis é a única grande empresa do setor cervejeiro com capital 100% nacional. Produz as marcas de cerveja Itaipava, Petra, Black Princess, Cacildis, Vold X, Cabaré, Weltenburger, Crystal e Lokal; a cachaça Cabaré; a vodca Nordka; as bebidas mistas Fest Drinks by Itaipava, Crystal Ice, Cabaré Ice e Blue Spirit Ice; os energéticos TNT Energy e Magneto; os refrigerantes It!, Tik Tok e a Tônica Petra; a bebida esportiva TNT Sport Drink; e a água mineral Petra. O Grupo possui oito fábricas em seis estados e mais de 140 Centros de Distribuição em todo o País, sendo responsável pela geração de mais de 22 mil empregos diretos. Saiba mais em www.grupopetropolis.com.br e no perfil @grupo.petropolis nas redes sociais.
Para mais informações:
Néctar Comunicação Corporativa – grupopetropolis@nectarc.com.br

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