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Comunidade acadêmica elege nova reitoria da Universidade de Mato Grosso

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A Comissão Eleitoral da Universidade do Estado de Mato Grosso divulgou, nesta quarta-feira (08.06), o resultado final da eleição para a reitoria da Unemat. Os eleitos foram a professora Vera Maquêa e o professor Alexandre Porto, com 53,95% dos votos válidos.

A cerimônia de posse da chapa eleita será no dia 16 de dezembro, após Publicação do Decreto de nomeação pelo Governo de Mato Grosso. O mandato da chapa eleita terá início em 1º de janeiro de 2023 e vai até 31 de dezembro de 2026.

O resultado final do processo eleitoral deverá ser homologado pelo Conselho Universitário (Consuni), que será realizado em data a ser divulgada posteriormente.

“Reafirmamos nosso compromisso de trabalhar com afinco, cada dia de nossa gestão, para fortalecer ainda mais a Unemat, essa grandiosa universidade. Nosso empenho será valorizar as pessoas, estreitar relações transformadoras com a sociedade, democratizar o conhecimento, aprimorar a gestão participativa e educar para a vida, compromissos que assumimos como estruturantes da nossa proposta de ação gestora”, destacou a reitora eleita. 

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Eleições

As eleições ocorreram em 1º de junho. O total de 6.516 professores, profissionais técnicos e alunos compareceram a 63 urnas distribuídas em 39 cidades em todo o Estado.

A Chapa 1 (do professor Roberto Arruda e professora Rinalda) obteve 35,56% dos votos válidos e a Chapa 3 (prof. Celso Fanaia e prof. Nivaldo Teodoro), teve 10,49%.

Vera Lucia da Rocha Maquêa

Concursada na Unemat em 1994, atua na graduação, pós-graduação (ProfLetras/Cáceres e PPGEL/Tangará da Serra) e coordena projeto de pesquisa. Licenciada em Letras (Unemat), Especialista em Literatura Brasileira (PUC-MG), mestra em Literatura Brasileira (UFPR) e doutora em Literaturas de Língua Portuguesa (USP), realizou estágio de doutorado na Universidade de Lisboa, pós-doutorado na Universidade Sorbonne-Nouvelle – Paris 3 e, recentemente, na Universidade Lumière Lyon 2, França. Em gestão, foi pró-reitora de Ensino e Extensão (Preex), Extensão e Cultura (Proec), Ensino de Graduação (Proeg), presidente da Comissão de Concurso Docente (2012) e membro da Comissão do Congresso Universitário.

Alexandre Gonçalves Porto

Possui graduação em Engenharia Agrícola (UFPel), mestrado em Engenharia e Ciência de Alimentos (Furg) e doutorado em Ciência e Tecnologia de Sementes (UFPel). É professor efetivo da Unemat desde 2006, lotado na Faculdade de Arquitetura e Engenharias do Câmpus de Barra do Bugres. Em gestão, atuou como coordenador dos cursos de Engenharia de Produção Agroindustrial e de Engenharia de Alimentos, e foi diretor político-pedagógico e financeiro do Câmpus de Barra do Bugres. Também desempenhou as funções de pró-reitor de Extensão e Cultura (Proec), de pró-reitor de Gestão Financeira (PGF) e, atualmente, está como pró-reitor de Ensino de Graduação (Proeg).

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Para acessar Edital Complementar nº 07/2022, clique aqui.

Fonte: GOV MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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