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Conheça os principais estilos de cerveja para harmonizar com churrasco

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O churrasco brasileiro é um momento de encontro, celebração e, claro, de sabores marcantes. Um ritual gastronômico que envolve diferentes cortes e acompanhamentos, cada um com aromas, texturas e intensidades próprias – e a escolha da cerveja pode fazer toda a diferença para deixar essa experiência mais completa.

Parceira tradicional do churrasco, a cerveja ganha destaque, quando escolhida corretamente. Pensando nisso, o Grupo Petrópolis, maior cervejaria com capital 100% nacional, preparou um guia simples e prático de harmonização com sugestões de acompanhamento, desde o aperitivo aos principais cortes de carne.

Segundo a especialista em análise sensorial do Grupo Petrópolis, Ana Paula Nicolino, apesar da American Lager – cerveja preferida do brasileiro, geladinha e fácil de beber – acompanha muito bem o churrasco, a escolha do estilo da cerveja de acordo com a carne pode mudar a experiência sensorial. “Cada cerveja tem características próprias. A composição dos maltes, lúpulos, tipo de fermentação e outras matérias primas, contribuem muito com esta experiência. O malte agrega sabor com suas notas de cereal que lembram pão assado, assim como o caramelo, tosta, torra e até defumado. O lúpulo, por sua vez, contribui com sabor herbal, cítrico, floral e o amargor que junto a carbonatação e álcool remove das papilas, a camada de gordura proveniente da carne, deixando o paladar mais limpo. E notas de especiarias adicionadas ou provenientes da fermentação da cerveja, fazem às vezes de “temperos / condimentos” no prato”, explica.

O segredo está em experimentar novas combinações. “Testar diferentes harmonizações permite explorar novas sensações e perceber como a cerveja pode transformar completamente a experiência à mesa”, completa a especialista.

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Confira, a seguir, as sugestões de harmonização com seis estilos diferentes de cerveja para elevar a experiência do seu churrasco:

01) American Lager
Combina com: espetinhos de carne bovina e frango, queijo coalho grelhado e linguiças suaves

Com perfil leve e refrescante, esse estilo não sobrecarrega o paladar e acompanha o frango e carnes magras sem sobreposição de sabores, também funcionando muito bem com temperos suaves. A alta carbonatação limpa a gordura no paladar, deixando tudo mais equilibrado – especialmente no caso da linguiça toscana.

Recomendação: Itaipava Premium e Itaipava Go Draft

02) American Lager Puro Malte
Combina com: picanha, fraldinha e pão de alho
Os cortes de carne favoritos dos brasileiros combinam as cervejas Puro Malte.[BL1.1] O leve amargor do lúpulo ajuda a equilibrar a gordura da picanha, enquanto as notas de cereal da cerveja conversam com o pão de alho, criando uma combinação saborosa e fácil de agradar.

Recomendação: Petra Origem, Black Princess Gold e Cacildis

03) Dark American Lager
Combina com: cupim defumado
A intensidade dos cortes de preparo mais longo e sabor intenso pedem cervejas que acompanhem essa potência. As notas de sutil caramelo da cerveja, criam uma harmonização equilibrada na intensidade de aromas e sabores.
Recomendação: Petra Premium Black e Black Princess Dark

04) IPA e Session IPA
Combina com: costela [BL2.1][AN2.2]
Carnes com mais textura e gordurosas combinam com cervejas mais intensas em aroma, com sabor e amargor marcantes. Esse contraste ajuda a equilibrar a gordura e valoriza cada mordida.
Recomendação: Black Princess Let´s Hop

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05) Weizenbier (Cerveja de trigo)
Combina com: frango, carnes brancas e vegetais na brasa
A alta carbonatação das cervejas de trigo deixa tudo mais fresco e saboroso. As notas frutadas e especiarias, complementam as carnes e vegetais agregando notas de especiarias frescas.
Recomendação: Black Princess Dr. Weiss

06) German Bock
Combina com: bife ancho, costelinha suína, brisket, pancetta
Os maltes caramelizados e tostados harmonizam com carnes grelhadas e mais intensas. O amargor, contrasta com a gordura, limpando o paladar para próxima.
Recomendação: Black Princess Tião Bock

SOBRE O GRUPO PETRÓPOLIS – O Grupo Petrópolis é a única grande empresa do setor cervejeiro com capital 100% nacional. Produz as marcas de cerveja Itaipava, Petra, Black Princess, Cacildis, Cabaré, Vold X, Weltenburger, Crystal e Lokal; a cachaça Cabaré; a vodca Nordka; as bebidas mistas Cabaré Ice, Crystal Ice, Fest Drinks by Itaipava e Blue Spirit Ice; os energéticos TNT Energy e Magneto; os refrigerantes It!, Tik Tok e a Tônica Petra; a bebida esportiva TNT Sport; e a água mineral Petra. O Grupo possui oito fábricas em seis Estados e mais de 160 Centros de Distribuição em todo o País, sendo responsável pela geração de mais de 22 mil empregos diretos. Saiba mais no link e em @grupo.petropolis nas redes sociais.
Para mais informações:
Néctar Comunicação Corporativa – grupopetropolis@nectarc.com.br

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Planejamento da granja e vazio sanitário são fundamentais para fortalecer a sanidade na suinocultura, destaca especialista da Embrapa 

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O planejamento adequado das instalações, a produção em lotes e a adoção do vazio sanitário foram os principais temas abordados pelo analista da Embrapa Suínos e Aves, Armando Lopes do Amaral, durante palestra no 5º Simpósio da Suinocultura de Mato Grosso, evento realizado pela Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat). O especialista destacou que a organização da granja é um dos pilares para manter elevados padrões de sanidade e garantir melhores índices produtivos.

Segundo Amaral, uma granja bem planejada permite fortalecer a biosseguridade, conjunto de medidas voltadas para impedir a entrada de agentes infecciosos e reduzir a circulação de doenças dentro da propriedade.

“A instalação é a base de um bom programa sanitário. O ideal é que a granja seja cercada, bem isolada, com controle rigoroso da entrada de pessoas e que as diferentes fases de produção sejam organizadas em salas específicas. Além disso, é importante manter animais da mesma idade juntos, evitando que animais mais velhos transmitam doenças aos mais jovens”, explicou.

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O pesquisador ressaltou que o Brasil já possui um elevado padrão sanitário na produção de suínos, reconhecido internacionalmente, mas alertou que esse resultado exige vigilância constante.

“Chegar a um bom nível sanitário é importante, mas mantê-lo e buscar melhorias contínuas é ainda mais desafiador. Animais saudáveis apresentam melhor desempenho, maior ganho de peso e melhores resultados econômicos para o produtor”, afirmou.

Embora reconheça que muitas granjas mais antigas enfrentam limitações estruturais e altos custos para adequações completas, Amaral destacou que é possível adotar medidas de manejo capazes de reduzir significativamente os riscos sanitários.

Entre elas está a produção em lotes, organizando grupos de matrizes e leitões para que permaneçam juntos durante cada fase produtiva, respeitando o sistema “todos dentro, todos fora”. Essa estratégia facilita a realização do vazio sanitário entre os lotes, permitindo a limpeza, desinfecção e quebra do ciclo de transmissão de agentes causadores de doenças.

“Nem sempre é possível construir novas instalações imediatamente. Mas, mesmo em estruturas existentes, o produtor pode organizar os animais em lotes, manter grupos da mesma idade nas mesmas salas e realizar o vazio sanitário sempre que possível. São medidas que contribuem muito para preservar a sanidade do rebanho”, concluiu o especialista.

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Para o presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, levar especialistas da Embrapa ao simpósio reforça o compromisso da entidade com a difusão de conhecimento técnico que contribua para o fortalecimento da suinocultura mato-grossense.

“A sanidade é um dos maiores patrimônios da suinocultura brasileira e precisa ser preservada diariamente dentro das granjas. Trazer esse debate para o Simpósio permite que nossos produtores tenham acesso às melhores práticas e entendam que, muitas vezes, melhorias no manejo, no planejamento da produção em lotes e no cumprimento do vazio sanitário geram ganhos expressivos em produtividade e competitividade. A Acrismat trabalha justamente para aproximar o produtor dessas informações e fortalecer cada vez mais a cadeia produtiva em Mato Grosso”, afirmou Frederico Tannure Filho.

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