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Construção de novo prédio da Câmara é prioridade para Romer Japonês

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O vereador Romer Japonês (PV) está em seu terceiro mandato na Câmara Municipal de Tangará da Serra e assumiu em 1º de janeiro deste ano a presidência do legislativo pela 2ª vez, a primeira foi em 2015.

Em entrevista ao jornal Diário da Serra, Romer elencou como sua prioridade, a construção do novo prédio da Câmara.

“Em 2015 nós deixamos pronto o projeto, deixamos pronto o terreno, que existe até hoje. Mas agora o pensamento do prefeito Vander é montar um Centro Político Administrativo”, disse o presidente durante a entrevista.

O parlamentar adiantou ainda que já existe uma conversa com o prefeito para consolidar a construção desse espaço, de forma compartilhada, confirmando inclusive, que dois possíveis locais já estariam em análise.

“Temos muito trabalho a ser feito, mas sempre como digo: os poderes são independentes, mas podem ser harmônicos, o Executivo, o Legislativo e o Judiciário. Somos muito do diálogo e queremos conversar com todas as esferas e fazer, principalmente, um mandato compartilhado e um mandato participativo. É dessa forma que iremos trabalhar”, afirmou o vereador ao jornal.

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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