MATO GROSSO
Corpal lança o Vernissage em Cuiabá com condições exclusivas para o cliente no Leila Malouf
MATO GROSSO
Incorporadora oferecerá condições exclusivas para quem fechar negócio de 24 a 26 de junho
A Corpal Incorporadora realiza, nestes dias 24, 25 e 26 de junho, uma jornada exclusiva para o lançamento oficial do Vernissage, seu primeiro empreendimento em Cuiabá.
O evento está sendo realizado no buffet Leila Malouf e marcará a chegada da incorporadora à capital mato-grossense com uma proposta inovadora, que une arte, conforto, funcionalidade e alto padrão construtivo.
Com uma abordagem que valoriza a experiência do cliente, a Corpal apresentará todos os detalhes do Vernissage em um ambiente cuidadosamente preparado para refletir os diferenciais do projeto.
A jornada foi pensada para proporcionar um atendimento personalizado e permitir que os visitantes mergulhem no conceito do empreendimento, que propõe transformar a moradia em uma verdadeira obra de arte.
Durante os três dias de evento, a incorporadora oferecerá condições comerciais exclusivas para quem decidir fechar negócio. A iniciativa reforça o compromisso da Corpal em tornar acessível um novo jeito de viver, no qual cada espaço é planejado com propósito, sensibilidade e atenção ao estilo de vida das famílias contemporâneas.
O Vernissage se destaca pela localização privilegiada e ambientes que conciliam sofisticação e funcionalidade, como quadras cobertas, academia com vista para a brinquedoteca, áreas climatizadas e paisagismo. Tudo foi pensado para proporcionar bem-estar em todos os momentos da vida cotidiana.
Responsável pelos projetos arquitetônicos da construtora, o arquiteto Diego Prior explica que a premissa da Corpal é desenvolver espaços que resolvam o dia a dia das pessoas.
“Um bom projeto é aquele que entende a vida real. Não é só sobre beleza, mas sobre funcionalidade. No Vernissage, tudo foi pensado para que o morador tenha mais conforto, praticidade e liberdade para viver momentos únicos”, destaca.
Diego Prior ressalta ainda que, nos empreendimentos da Corpal, o luxo não está apenas nos materiais nobres, no paisagismo ou na imponência das fachadas:
“O verdadeiro alto padrão está nos detalhes que fazem a vida fluir com leveza, no uso inteligente dos espaços e na experiência completa de quem vai morar. É nisso que pensamos em cada empreendimento que lançamos”, finaliza o arquiteto.
Outros diferenciais completam a experiência: salão de festas, steakhouse, piscinas (adulta e privativa no Family Space), boliche, spa, lounge esportivo e muito mais — tudo com climatização e acabamentos de alto padrão.
MATO GROSSO
Grupo Nova Fronteira aprova plano de recuperação judicial com passivo superior a R$ 600 milhões
Plano foi aprovado em todas as classes de credores e prevê financiamento DIP de R$ 13 milhões; credores também autorizaram novo período de proteção de 180 dias para apoiar a implementação da reestruturação
O Grupo Nova Fronteira teve seu Plano de Recuperação Judicial aprovado pelos credores em Assembleia Geral realizada nesta quarta-feira (26). A decisão representa um dos principais marcos do processo de reestruturação financeira do grupo, que reúne 112 credores e passivo superior a R$ 600 milhões.
A recuperação judicial, conduzida pela ERS Advocacia, envolveu negociações com credores de diferentes perfis, entre eles instituições financeiras públicas e privadas, cooperativas de crédito, fornecedores de insumos e equipamentos agrícolas e agentes financeiros.
O plano recebeu aprovação em todas as classes de credores. Nas classes Trabalhista e de Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (ME/EPP), a adesão foi de 100%. Entre os credores com garantia real, o índice de aprovação alcançou 84,18%, enquanto na classe dos quirografários chegou a 66,62%.
Entre as medidas previstas está a contratação de um novo financiamento DIP (debtor-in-possession) de R$ 13 milhões, destinado ao reforço do capital de giro. A operação já foi aprovada pelo Banco BTG, instituição com a qual o Grupo manterá relacionamento comercial.
Embora houvesse autorização judicial para requerer nova suspensão da assembleia por até 60 dias, o avanço das negociações ao longo do próprio dia permitiu que credores e devedores prosseguissem para a votação, culminando na aprovação do plano.
Para Victor D’Elia, advogado responsável pela condução do processo, o resultado reflete a complexidade das negociações e a busca por uma solução capaz de conciliar a preservação da atividade econômica com os interesses dos credores.
“Esta foi uma das recuperações judiciais mais complexas em curso no Estado, não apenas pela dimensão do passivo, superior a R$ 600 milhões, mas principalmente pela natureza dos créditos, pelas garantias envolvidas e pela diversidade de credores. A aprovação em todas as classes demonstra que foi possível construir uma solução equilibrada, capaz de preservar a atividade do grupo e, ao mesmo tempo, considerar os interesses dos credores”, afirma D’Elia.
Credores aprovam novo período de proteção
Além do plano de recuperação, os credores aprovaram, por 73,01% dos créditos presentes e votantes, a concessão de um novo período de proteção de 180 dias.
A medida busca assegurar estabilidade durante a fase inicial de implementação do plano, preservando bens essenciais à atividade produtiva e evitando medidas expropriatórias que possam comprometer a operação e, consequentemente, a capacidade de cumprimento das obrigações assumidas na recuperação.
O resultado da assembleia também evidencia o papel cada vez mais relevante da negociação entre devedores e credores nos processos de recuperação judicial. Em reestruturações de maior complexidade, a construção de soluções consensuais tem se consolidado como instrumento central para compatibilizar a continuidade da atividade empresarial com a recuperação dos créditos.
Nova etapa para o Grupo Nova Fronteira
Com mais de quatro décadas de atuação no agronegócio, o Grupo teve o processamento de sua recuperação judicial deferido em dezembro de 2024 pelo juiz Márcio Guedes, da Vara Especializada de Cuiabá -MT. Na ocasião, o passivo declarado era de R$ 594,3 milhões.
Superada a etapa de deliberação dos credores, o processo entra agora em uma nova fase, voltada à implementação das condições negociadas, ao cumprimento das obrigações previstas no plano e à continuidade das atividades produtivas.
Para João Paulo Marquezam, CEO do Grupo Nova Fronteira, a aprovação representa também uma sinalização ao mercado sobre a continuidade das operações.
“A aprovação passa uma mensagem importante para o mercado: o Grupo Nova Fronteira continua firme na atividade e superou o estado de crise. Depois de um processo longo e de negociações complexas, começa agora uma nova fase, que exige disciplina para cumprir o que foi negociado, manter a produção e reconstruir a relação de confiança com credores, fornecedores e parceiros comerciais”, afirma.
Atualmente, o grupo possui 25 mil hectares de área própria, dos quais 6 mil hectares são destinados ao cultivo de soja, além de estrutura com capacidade para 40 mil animais, entre pastagens e confinamento.
A manutenção dessa estrutura produtiva será um dos principais pilares da nova etapa da reestruturação, ao sustentar a geração de caixa necessária para a continuidade das operações e o cumprimento das obrigações estabelecidas no plano de recuperação judicial.