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Corpo de Bombeiros realiza o 1° Estágio de Salvamento e Resgate em Silos e Armazéns

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) iniciou, nesta segunda-feira (19.06), o 1º Estágio de Salvamento e Resgate em Silos e Armazéns. O curso é realizado em Sinop (500 km de Cuiabá), por meio da Diretoria de Ensino Instrução e Pesquisa (DEIP).

O estágio tem como objetivo capacitar os militares para atuação nas ocorrências envolvendo acidentes em silos e armazéns de grãos. Ao todo, 16 bombeiros de diversas unidades participam do treinamento.

“Mato Grosso é o maior produtor e exportador de grãos do Brasil e apresenta um grande número de  silos e armazéns. Com a alta demanda produtiva, o número de ocorrências envolvendo este tipo de atividade aumentou significativamente no Estado. A capacitação, então, trará um nivelamento de técnicas e abordagens aos bombeiros militares, refletindo em maior segurança para a sociedade”, destacou o tenente-coronel BM Jean Carlos Pinto de Arruda Oliveira, comandante do 3ºCR.

Com duração de uma semana, a capacitação conta com instruções teóricas e práticas, que proporcionam aos participantes a oportunidade de conhecer de perto as operações dos silos, identificar possíveis riscos e adquirir conhecimentos práticos para lidar com situações de emergência e salvamento.

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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