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Corpo de Bombeiros resgata corpo de vítima que caiu no Lago do Manso

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) resgatou, na manhã desta terça-feira (19.03), o corpo de uma vítima de afogamento no Lago do Manso, em Cuiabá. 

A equipe foi acionada na noite de domingo (17), por volta de 18h15, para prestar atendimento a ocorrência de afogamento na Marina do Sol. Segundo informações colhidas no local, um casal passeava de jet ski quando, após uma curva brusca, a mulher caiu ao lago e não foi mais avisatada. 

Com o avançado horário da solicitação, foi feito o planejamento da operação, convocação das equipes, separação dos equipamentos e da embarcação para que se iniciasse as buscas na manhã de segunda-feira (18). 

As buscas foram iniciadas pela superfície e por todas as margens do lago, para verificar se a vítima conseguiu nadar até alguma margem e estava na região, conforme protocolo. Depois, foi realizado mergulho autônomo com cilindro de oxigênio, durante toda a segunda-feira, porém sem sucesso.

O corpo da vítima foi localizado por volta das 5h30 desta terça-feira, com a retomada dos procedimentos de busca. 

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A Polícia Civil e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) foram acionadas para prestar os demais procedimentos cabíveis ao caso. 

Fonte: Governo MT – MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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