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Criminosos batem carro e são presos com 114 quilos de drogas na BR-163 em Mato Grosso

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Dois homens, de 19 e 53 anos, foram presos ontem à noite, com 143 tabletes de maconha e cocaína, às margens da BR-163, em Rondonópolis (220 quilômetros de Cuiabá). A ação foi conjunta entre policiais Força Tática e Grupo Especial de Fronteira (Gefron) e com o Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) de Mato Grosso do Sul. 

Os militares de Mato Grosso foram informados por integrantes do Bope de MS que um veículo GM Ônix cinza, com dois ocupantes, estaria transportando uma grande quantidade de entorpecentes no sentido para Rondonópolis. Diante da situação, as equipes reforçaram o patrulhamento de rotina pela região da BR-163, momento em que identificaram um veículo com as mesmas características repassadas . Ao identificar a presença da polícia, o condutor fugiu em alta velocidade, dando início a uma perseguição policial.  

Porém, ao correr para os fundos de um posto de combustível, o motorista perdeu o controle da direção e bateu contra um pilar de cimento. Em diligência, os policiais apreenderam, no porta-malas do carro, 123 tabletes de maconha e 10 tabletes de cocaína.  

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Os militares identificaram ainda que um dos suspeitos possui mandado de prisão expedido pela 2ª Vara de Execução Penal do Estado de Mato Grosso do Sul. Os suspeitos e o material apreendido foram encaminhados à delegacia para registro do boletim de ocorrência.  

Redação Só Notícias (foto: assessoria)

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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