MATO GROSSO
Dançaria é liberada de hospital e deixa Mato Grosso com o pai
MATO GROSSO
A dançarina Danielle Sarti de Freitas, de 22 anos, que acusa jogadores de futebol do Cuiabá Esporte Clube de agressão, recebeu alta médica na última sexta-feira (10) e deixou Mato Grosso acompanhada do pai.
A jovem estava internada no Hospital Municipal de Cuiabá, com cortes no pescoço, após supostas agressões e uma tentativa de suicídio cometida por ela no início da semana passada.
As informações da alta e da viagem foram compartilhadas pela universitária nos stories de seu Instagram. Segundo ela, o pai veio buscá-la.
Na sequência, segundo as publicações, eles foram para Goiania (GO). Horas depois, uma imagem que sugere ser de quarto foi publicado pela estudante, com informações de que ela estaria em Salvador, na Bahia.
A jovem acusa o jogador Clayson Vieira, do Cuiabá Esporte Clube, de agressão. Ele confessou participação no episódio e foi desligado do time.
Nas imagens publicadas por Danielle Sarti nas redes sociais, ela aparece mostrando parte do peitoral para cima. Ela apresenta cortes no pescoço, na testa e arranhões nos braços e no peito.
A jovem teria sido agredida com uma garrafa de vidro em um motel da Capital na noite de terça-feira (7). Depois, já em um hotel anexo ao Crystal Night Club, ela fez um corte em seu próprio pescoço.
O caso foi registrado como “lesão corporal”. A Polícia Civil investiga o caso.
FONTE/ REPOST: CINTHIA BORGES – MÍDIA NEWS
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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