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Defensoria Pública retoma atendimento presencial em Mato Grosso na segunda-feira (29)

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Na próxima segunda-feira (29), a Defensoria Pública de Mato Grosso vai retomar os atendimentos presenciais aos cidadãos em todo o estado, por meio de agendamento prévio por telefone, WhatsApp ou online, para evitar aglomerações nos Núcleos da Instituição. Porém, os casos urgentes, especialmente de pessoas sem acesso à internet ou em situação de extrema vulnerabilidade, serão atendidos imediatamente.

De acordo com a segunda subdefensora pública-geral, Gisele Chimatti Berna, as situações mais prementes, que demandam atendimento imediato, mesmo sem agendamento prévio, incluem ações na área da saúde, pedidos de liberdade, busca e apreensão, entre outras.

A medida foi tomada por meio da Portaria n.o 01364/2021/DPG, publicada no dia 19 de novembro no Diário Oficial do Estado, levando em conta o avanço da vacinação. Segundo o consórcio de veículos de imprensa, até quinta-feira (25), 70,49% da população de Mato Grosso já havia tomado a primeira dose da vacina contra a Covid-19, enquanto 54,66% completaram a imunização com as duas doses ou dose única.

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O retorno dos atendimentos presenciais seguirá as medidas de prevenção à Covid preconizadas pelas autoridades sanitárias e já adotadas pela DPMT, como a distância mínima de um metro e meio entre as pessoas, bem como o uso obrigatório de máscara e a constante higienização das mãos e dos ambientes.

A Defensoria Pública presta assistência jurídica gratuita a todo cidadão com renda individual de até três salários mínimos ou renda familiar de até cinco salários mínimos.

Mesmo com a retomada do atendimento presencial, com os Núcleos de portas abertas, o atendimento jurídico gratuito continuará disponível à população por telefone, WhatsApp e online. 

FONTE/ REPOST: REDAÇÃO FOLHA MAX

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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