MATO GROSSO
Defesa Civil faz mapeamento de áreas de risco em Chapada dos Guimarães
MATO GROSSO
A atividade, desenvolvida em conjunto com a Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil do município, é uma medida de prevenção que visa identificar as áreas propensas a desastres naturais, como inundações, deslizamentos de terra e enxurradas.
“Esse trabalho de mapeamento é muito importante para redução do risco de desastres, visto que identificamos a quantidade de pessoas e imóveis em áreas de risco e sugerimos ao gestor municipal medidas preventivas, mitigatórias e de preparação da população local para evacuação e respostas de emergência, destacou o superintendente de Proteção e Defesa Civil de Mato Grosso, tenente-coronel BM Luis Cláudio Pereira.
Na atividade de mapeamento, os agentes da Defesa Civil identificam as áreas suscetíveis a desastres e avaliam a probabilidade da ocorrência. Por meio do mapeamento topográfico, as equipes também obtêm as características físicas da região, como elevações, rios, estradas e a localização das casas.
Já por meio do mapeamento de vulnerabilidade, a Defesa Civil avalia a exposição e capacidade de resposta das comunidades afetadas por desastres.
Para o trabalho, são usadas tecnologias como imagens de satélite, dados de sensoriamento remoto e sistemas de informação geográfica (SIG).
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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